hoje estou muito bem. acho que foi devido a umas reflexões que andei fazendo, que depois eu menciono aqui. é que agora eu vou ter que ir trabalhar. é, de novo! mas tá acabando.
o dia lá fora está de complô comigo. tá um dia lindo. o que me anima mais ainda.
dentista desmarcado e remarcado por causa dessa correria.
encontrei no orkut minha amiga Andréia. adorei. apesar de não estarmos longe era tão difícil de nos comunicarmos. coisas dessa vida louca e moderna.
bum!bum!bum! fogos para a Seleção Brasileira. literalmente show de bola.
hoje vou jantar pastel-de-feira-de-carne-frio, hum que delícia! não vejo a hora de chegar em casa. tá servido?
beijos.
30 junho, 2005
29 junho, 2005
Família completa
ele voltou!!! o Simão tá em casa! ueba!
************
eu tinha prometido a mim mesma que não iria tocar mais nesse assunto. já estava achando que era a única doida-retardada-problemática com o inverno. mas aí minhas amigas Ju e Rina fizeram seus blogs e entre post e comentários descobri que não, não sou só eu não! elas também têm lá seus problemas e reclamações do dito cujo! ufa! obrigada meninas, me sinto bem melhor agora!
então, já que não é tão insano assim, lá vai:
metas para a “era do gelo”:
- parar de reclamar do dito cujo
- ir para a academia de segunda a sexta-feira.
- passar hidratante no corpo todo santo dia às 05:20 da manhã
- fazer banho de creme no cabelo aos sábados (isso lá pelas 18:00 após ter lavado roupa e limpado a casa ou seja, congelada).
******************
gente, vou voltar a trabalhar ta? fui!
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eu tinha prometido a mim mesma que não iria tocar mais nesse assunto. já estava achando que era a única doida-retardada-problemática com o inverno. mas aí minhas amigas Ju e Rina fizeram seus blogs e entre post e comentários descobri que não, não sou só eu não! elas também têm lá seus problemas e reclamações do dito cujo! ufa! obrigada meninas, me sinto bem melhor agora!
então, já que não é tão insano assim, lá vai:
metas para a “era do gelo”:
- parar de reclamar do dito cujo
- ir para a academia de segunda a sexta-feira.
- passar hidratante no corpo todo santo dia às 05:20 da manhã
- fazer banho de creme no cabelo aos sábados (isso lá pelas 18:00 após ter lavado roupa e limpado a casa ou seja, congelada).
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gente, vou voltar a trabalhar ta? fui!
28 junho, 2005
23 junho, 2005
Várias coisas
eu detesto o inverno!!!!!!!!
pronto, acho que é milésima vez que penso e/ou falo isso hoje. mas precisava gritar assim, grande, centralizado, vermelho, para ver se alivia um pouco. vocês não têm noção do meu mau humor por causa desse frio dos infernos. inferno glacial. saco!
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ontem a noite eu fui na facu. tinha lá a colação de grau para os probetões que não fizeram a colação chique, e eu, claro, tava nesse meio.
foi legal pra rever o pessoal. mas o tempo pra conversar foi pouco para o tanto de tempo que a gente estava sem se ver. e olha que durante os últimos 4 anos nós nos víamos quase todos os dias!
e ontem também foi a primeira vez que a palavra faculdade veio acompanhada de uma gostosa nostalgia, de uma sensação boa, até de uma saudadezinha. mas beeemm “zinha”.
antes não, a sensação de alívio por não estar mais ali era predominante.
será que a próxima etapa será crises de choro e ligações para os amigos no meio da noite para relembrar os bons anos acadêmicos? afê.
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terça-feira, como eu comentei, estava de mau humor por ter dormido mal a noite anterior. estava que nem eu me agüentava. até fui do outro lado conversar um pouco com as meninas pra ver se melhorava alguma coisa. mas quê. voltei pra minha sala porque se eu não estava me agüentando porque elas teriam que agüentar?
depois de um tempo tocou o interfone, atendi, era a Vanessinha, acho que ela já percebeu a minha chatice pelo tom da minha voz.
bom, ela veio até mim, e disse: pra você. eu, de olho no monitor e crente que era alguma entrega da DHL ou algo que o valha (leia-se trampo) já ia estender a mão e murmurar um “brigada”, quando uma cor meio alaranjada meio avermelhada me chamou a atenção. virei o rosto e vi: era um presente!
meus pensamentos a mil por hora: que dia é hoje? não é meu aniversário! quem me mandou? entregaram errado!
ela mesma, percebendo minha cara de idiota perante a tantas perguntas disse: eu que estou te dando! precisa de data especial pra presentear quem a gente gosta!
não é uma fofa? claro que eu fiquei (merecidamente) com cara de trouxa. é claro que não precisa de data especial pra presentear.
e pra reforçar sua fofice ela me deu algo que AMO ganhar-comprar-ter um livro!
O jornalismo canalha – José Arbex Jr. ameiiiii.
vampetica sempre me surpreendendo, ora pela sua inteligência ora pela sua gentileza. e o quê mais me deixa admirada é por ela ser tão novinha! geralmente nessa idade as garotas são tão diferentes...
bom, não preciso dizer que ela alegrou meu final de dia mau humorento não è?
e esse é o segundo livro-presente-surpresa que ganhei esse ano. meu irmão me presenteou com um no meu aniversário. putz, agora não vou lembrar o nome certinho, é aquele que fala sobre a década de 80, muito legal, esse eu já li. li de soquinhos sabe? mas é um tipo de livro que dá pra ler assim na boa.
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vampetica sempre me surpreendendo, ora pela sua inteligência ora pela sua gentileza. e o quê mais me deixa admirada é por ela ser tão novinha! geralmente nessa idade as garotas são tão diferentes...
bom, não preciso dizer que ela alegrou meu final de dia mau humorento não è?
e esse é o segundo livro-presente-surpresa que ganhei esse ano. meu irmão me presenteou com um no meu aniversário. putz, agora não vou lembrar o nome certinho, é aquele que fala sobre a década de 80, muito legal, esse eu já li. li de soquinhos sabe? mas é um tipo de livro que dá pra ler assim na boa.
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por falar em livro, acabei esses dias de ler Os vagabundos Iluminados do Kerouac e comecei a ler O código da Vinci. Mas aviso logo, tô na operação tartaruga para ler, aquele papo que depois que eu me formar eu vou ler enfurecidamente era só papo mesmo.
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hoje vou fazer a avaliação com o dentista, vamos ver o grau de tortice dos meus dentões marinhos.
hoje vou fazer a avaliação com o dentista, vamos ver o grau de tortice dos meus dentões marinhos.
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nossa, hoje pra mim tudo é “tice”. e vocês não sabem, quando escrevi o tortice acima fui ver o que dava na correção automática do word e era “tontice”. acho que foi um recado.
tchau.
nossa, hoje pra mim tudo é “tice”. e vocês não sabem, quando escrevi o tortice acima fui ver o que dava na correção automática do word e era “tontice”. acho que foi um recado.
tchau.
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Amigos
22 junho, 2005
7,5 = 10
O texto de hoje é, como posso dizer, uma resposta, um comentário, um consolo, sei lá, do post "Adeus..." que li no blog do meu irmão. http://pensaletras.blogspot.com/ (clique em cima para entrar)
É maninho, infelizmente acho que isso acontece em todo lugar.
Vou te contar uma: no terceiro ano de facu tínhamos aula de Antropologia com professor Solazzi, uma figura, inteligente e parecia que tava ligado no 220 volts. Ele estava longe do método “tradicional” e cômodo de ensino. Chegava na classe falava, falava, fazia demonstrações na lousa e os alunos, a grande maioria, se irritava. Por quê? Ah, ele falava muito, usava palavras desconhecidas, os textos eram difíceis e o povo, é claro, achava isso um absurdo. Mais absurdo ainda chegar em casa e pegar um dicionário e ver o que significa aquela palavra tão estranha que ele falou. O negócio era ir correndo pra casa ver a novela, ou o Big Brother ou ir dormir porque no outro dia “eu tenho que levantar cedo”. Nada de perder meu tempo para entender palavras difíceis, o professor que trate de falar coisas mais entendíveis.
Sabe o que eu ouvi um dia? Esse professor é um trouxa, EU não entendo nada do que ele fala. E o trouxa era o professor e não o tão limitado e mimado aluno. Professor legal era aquele que fazia piadas, que dava prova em grupo, que não ligava para as conversas paralelas às explicações.
Eu achava ele o máximo, não porque eu entendia tudo o que ele falava não, eu também boiava nas aulas dele, mas isso me motivava, me agregava muito, me mostrava o porquê de eu estar ali, era para aprender, expandir, sair do meu limite.
A prova então imagina, deixou a classe em pânico, ele pediu pra gente analisar o encarte do cd do grupo Mangue Beat "Da lama ao caos” e dissertar algo nos embasando na matéria que ele tinha dado. E podíamos fazer em casa e entregar no dia da prova, que seria na próxima semana.
Moleza não é? Ledo engano.
Revolta geral, o povo tentava conversar e convencê-lo que aquilo era muito difícil, que ele tinha que dar uma “dica” de como fazer. E ele se indignava e falava: vocês preferem que eu passe um questionário de 30 perguntas, dê as respostas e diga: 10 vão cair na prova???? Que tristeza, era isso o que a maioria queria. Mas pra minha alegria e admiração ele resistiu: Não. Me recuso a fazer isso. Se for pra ser assim eu prefiro ficar na minha casa.
Eu penei pra fazer a tal dissertação, teve um dia em casa que eu quase chorei , pois a grande maioria já tinha feito a sua e eu, nada. Fazia, rasgava, fazia, rasgava. Bom, fiz e entreguei.
No dia de entregar as notas ele tinha corrigido algumas provas falou as notas (a maioria abaixo da média e até alguns zeros) e disse: de quem eu não falei a nota pode aguardar que eu vou corrigir aqui na classe e já falo.
A minha prova era uma das. Um coisa é o professor ler as baboseiras que você escreveu em casa, talvez ele nem lembre do seu nome. Outra coisa é ele corrigir ali, na sua frente. O “fera” diante do aprendiz. A média era 7.0 eu tirei 7.5 e um comentário: foi uma das melhores da classe. Pra mim foi um 10. Como eu nunca tinha tirado na vida. Um 10 que não estava explícito na prova pra mostrar para os pais ou se gabar perante os colegas, estava sim, já para sempre na minha memória, como uma das melhores coisas que aprendi e fiz na faculdade. E era pra isso que eu estava lá.
Há tempo, tive muita sorte, com 1 ou 2 exceções, os professores com quem estudei no Imes eram todos maravilhosos e me ensinaram muito, do primeiro ao quarto ano.
Lá aprendi que:
- não se entende uma arte, se admira, vê-se a perfeição no imperfeito, no fora dos padrões. Valoriza-se o que a obra gera dentro de nós, a calmaria, o medo, a repugnância...
- que o que é “sólido se dissolve no ar”.
- que vender é bom, mas vender, respeitar e preservar é melhor ainda.
- que o cliente quer ser valorizado e entendido como um e não como massa.
- que trabalhar em grupo é difícil mas possível.
- e muitas, muitas outras coisas, que estavam nas provas e fora delas.
Portanto maninho não desanime, são professores como VOCÊS que fazem a diferença e que as instituições de ensino tanto precisam. Deixem-se achar, por favor.
É maninho, infelizmente acho que isso acontece em todo lugar.
Vou te contar uma: no terceiro ano de facu tínhamos aula de Antropologia com professor Solazzi, uma figura, inteligente e parecia que tava ligado no 220 volts. Ele estava longe do método “tradicional” e cômodo de ensino. Chegava na classe falava, falava, fazia demonstrações na lousa e os alunos, a grande maioria, se irritava. Por quê? Ah, ele falava muito, usava palavras desconhecidas, os textos eram difíceis e o povo, é claro, achava isso um absurdo. Mais absurdo ainda chegar em casa e pegar um dicionário e ver o que significa aquela palavra tão estranha que ele falou. O negócio era ir correndo pra casa ver a novela, ou o Big Brother ou ir dormir porque no outro dia “eu tenho que levantar cedo”. Nada de perder meu tempo para entender palavras difíceis, o professor que trate de falar coisas mais entendíveis.
Sabe o que eu ouvi um dia? Esse professor é um trouxa, EU não entendo nada do que ele fala. E o trouxa era o professor e não o tão limitado e mimado aluno. Professor legal era aquele que fazia piadas, que dava prova em grupo, que não ligava para as conversas paralelas às explicações.
Eu achava ele o máximo, não porque eu entendia tudo o que ele falava não, eu também boiava nas aulas dele, mas isso me motivava, me agregava muito, me mostrava o porquê de eu estar ali, era para aprender, expandir, sair do meu limite.
A prova então imagina, deixou a classe em pânico, ele pediu pra gente analisar o encarte do cd do grupo Mangue Beat "Da lama ao caos” e dissertar algo nos embasando na matéria que ele tinha dado. E podíamos fazer em casa e entregar no dia da prova, que seria na próxima semana.
Moleza não é? Ledo engano.
Revolta geral, o povo tentava conversar e convencê-lo que aquilo era muito difícil, que ele tinha que dar uma “dica” de como fazer. E ele se indignava e falava: vocês preferem que eu passe um questionário de 30 perguntas, dê as respostas e diga: 10 vão cair na prova???? Que tristeza, era isso o que a maioria queria. Mas pra minha alegria e admiração ele resistiu: Não. Me recuso a fazer isso. Se for pra ser assim eu prefiro ficar na minha casa.
Eu penei pra fazer a tal dissertação, teve um dia em casa que eu quase chorei , pois a grande maioria já tinha feito a sua e eu, nada. Fazia, rasgava, fazia, rasgava. Bom, fiz e entreguei.
No dia de entregar as notas ele tinha corrigido algumas provas falou as notas (a maioria abaixo da média e até alguns zeros) e disse: de quem eu não falei a nota pode aguardar que eu vou corrigir aqui na classe e já falo.
A minha prova era uma das. Um coisa é o professor ler as baboseiras que você escreveu em casa, talvez ele nem lembre do seu nome. Outra coisa é ele corrigir ali, na sua frente. O “fera” diante do aprendiz. A média era 7.0 eu tirei 7.5 e um comentário: foi uma das melhores da classe. Pra mim foi um 10. Como eu nunca tinha tirado na vida. Um 10 que não estava explícito na prova pra mostrar para os pais ou se gabar perante os colegas, estava sim, já para sempre na minha memória, como uma das melhores coisas que aprendi e fiz na faculdade. E era pra isso que eu estava lá.
Há tempo, tive muita sorte, com 1 ou 2 exceções, os professores com quem estudei no Imes eram todos maravilhosos e me ensinaram muito, do primeiro ao quarto ano.
Lá aprendi que:
- não se entende uma arte, se admira, vê-se a perfeição no imperfeito, no fora dos padrões. Valoriza-se o que a obra gera dentro de nós, a calmaria, o medo, a repugnância...
- que o que é “sólido se dissolve no ar”.
- que vender é bom, mas vender, respeitar e preservar é melhor ainda.
- que o cliente quer ser valorizado e entendido como um e não como massa.
- que trabalhar em grupo é difícil mas possível.
- e muitas, muitas outras coisas, que estavam nas provas e fora delas.
Portanto maninho não desanime, são professores como VOCÊS que fazem a diferença e que as instituições de ensino tanto precisam. Deixem-se achar, por favor.
21 junho, 2005
Inverno
Inverno romanceado
cinza. não poderia de deixar de começar assim.
úmido e silencioso. idem a folha que caia da árvore onde escorregam os mais apressados e menos atenciosos.
as mãos procuram por luvas, bolsos e o quentinho das xícaras com líquido fumegante e reconfortante.
ficar perto. agora é essencial.
do vizinho não se vê nem o nariz vermelho pelo ar gelado.
do armário sai o pijama de flanela xadrez laranja e o nariz de reprovação é imediato.
reclusão. mergulho dentro de si mesmo. o silêncio faz a gente ouvir vozes que antes abafadas. amedronta. só no começo.
quando a casca finalmente cai a gente vai pro sol tirar as manchinhas verdes de mofo mais resistentes.
só depois colocar o vestido florido da alma renovada e as sandálias de couro nos pés prá gastar no asfalto já quente. de novo.
Inverno nu e cru
paradoxal.
noites longas mas que nunca são o suficiente para aproveitarmos o quentinho das cobertas ou o suficiente bastante para congelar os batimentos cardíacos dos que nem cobertas têm.
*************************************
tive insônia ontem a noite.
humor lá no pé. e foi a primeira coisa que eu chutei quando levantei.
mantenha distância.
*************************************
joão cleber. é. tem gente que assisti.
*************************************
4 dias sem ir a academia. e tô pensando não ir hoje. quero dormir. decentemente.
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cinza. não poderia de deixar de começar assim.
úmido e silencioso. idem a folha que caia da árvore onde escorregam os mais apressados e menos atenciosos.
as mãos procuram por luvas, bolsos e o quentinho das xícaras com líquido fumegante e reconfortante.
ficar perto. agora é essencial.
do vizinho não se vê nem o nariz vermelho pelo ar gelado.
do armário sai o pijama de flanela xadrez laranja e o nariz de reprovação é imediato.
reclusão. mergulho dentro de si mesmo. o silêncio faz a gente ouvir vozes que antes abafadas. amedronta. só no começo.
quando a casca finalmente cai a gente vai pro sol tirar as manchinhas verdes de mofo mais resistentes.
só depois colocar o vestido florido da alma renovada e as sandálias de couro nos pés prá gastar no asfalto já quente. de novo.
Inverno nu e cru
paradoxal.
noites longas mas que nunca são o suficiente para aproveitarmos o quentinho das cobertas ou o suficiente bastante para congelar os batimentos cardíacos dos que nem cobertas têm.
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tive insônia ontem a noite.
humor lá no pé. e foi a primeira coisa que eu chutei quando levantei.
mantenha distância.
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joão cleber. é. tem gente que assisti.
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4 dias sem ir a academia. e tô pensando não ir hoje. quero dormir. decentemente.
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20 junho, 2005
Pétala por Pétala
Pétala Por Pétala
Chico César
A sua falta me fez ver
O que de mau a vida pode ter
E a sua volta me dá mais
De todo o mel que eu ousaria querer
Sua presença me faz rir
Dos dias feitos pra chover
Nao há revolta pra sentir
Nem há milagre pra não crer
Vinda que finda
A tinta de pintar tristeza
E deixo aos mistérios plenos de sentido
A flor da vida toda
Pétala por pétala
Que um tolo pode colher
Sem saber que é amor
Vem que aumenta em mim
O único que sou
Que subtrai do que em mim passou
É amor, vem.
Chico César
A sua falta me fez ver
O que de mau a vida pode ter
E a sua volta me dá mais
De todo o mel que eu ousaria querer
Sua presença me faz rir
Dos dias feitos pra chover
Nao há revolta pra sentir
Nem há milagre pra não crer
Vinda que finda
A tinta de pintar tristeza
E deixo aos mistérios plenos de sentido
A flor da vida toda
Pétala por pétala
Que um tolo pode colher
Sem saber que é amor
Vem que aumenta em mim
O único que sou
Que subtrai do que em mim passou
É amor, vem.
Marcadores:
Músicas
O vírus do amor
é a gripe me pegou. e provavelmente foi o Marcos que me deu, vamos dizer assim, de presente, pois bem no dia que ele melhorou eu comecei a ficar ruim. coisas do amor.
não trabalhei na sexta-feira, não tinha condições com meu nariz parecendo um conta-gotas descontrolado. me enchi de remédios para no sabadão poder “mariar”. deu certo. se bem que eu acho que exagerei um pouco, tava até um pouco estranha, acho que tanto analgésico que tomei. sei que isso não é legal, queria ser dessas pessoas que se limitam a dizer: gripe?depois de 5 dias passa. dor de cabeça? uma hora vai embora.
sou daquelas: gripe? 2 tipos de analgésicos, chá de limão/mel/alho, xarope melagrião, e o que mais estiver por perto. detesto ficar doente.
*************************
o Simão continua na oficina, peladinho, peladinho. o Marcos foi ontem lá e falou um monte pro cara. vixe.
*************************
ontem eu tava chata, muito chata. perdi um belo domingo ficando jururu. tinha que vir aqui na feirinha de artesanato da Paulista pegar minha colcha mas não tive ânimo o suficiente. acho que passou.
é, agora que é segundona, tá chovendo e eu tô trabalhando.
bom, problema meu . burra eu.
************************
agora o Marcos trabalha das 14:00 às 22:00. quero só ver. agora temos da meia-noite ás 06:00 para conversar, namorar, brigar...uma beleza!
************************
preciso escrever 3 cartas: uma pro Marcos, uma pra Alda e a outra eu esqueci agora pra quem é.
************************
nosso gás durou 1 ano e 9 dias! nosso record!
***********************
essa chuva (que tava prevista pra sábado) é sinal que o inverno chegou? buuuááaaáá.
não trabalhei na sexta-feira, não tinha condições com meu nariz parecendo um conta-gotas descontrolado. me enchi de remédios para no sabadão poder “mariar”. deu certo. se bem que eu acho que exagerei um pouco, tava até um pouco estranha, acho que tanto analgésico que tomei. sei que isso não é legal, queria ser dessas pessoas que se limitam a dizer: gripe?depois de 5 dias passa. dor de cabeça? uma hora vai embora.
sou daquelas: gripe? 2 tipos de analgésicos, chá de limão/mel/alho, xarope melagrião, e o que mais estiver por perto. detesto ficar doente.
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o Simão continua na oficina, peladinho, peladinho. o Marcos foi ontem lá e falou um monte pro cara. vixe.
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ontem eu tava chata, muito chata. perdi um belo domingo ficando jururu. tinha que vir aqui na feirinha de artesanato da Paulista pegar minha colcha mas não tive ânimo o suficiente. acho que passou.
é, agora que é segundona, tá chovendo e eu tô trabalhando.
bom, problema meu . burra eu.
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agora o Marcos trabalha das 14:00 às 22:00. quero só ver. agora temos da meia-noite ás 06:00 para conversar, namorar, brigar...uma beleza!
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preciso escrever 3 cartas: uma pro Marcos, uma pra Alda e a outra eu esqueci agora pra quem é.
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nosso gás durou 1 ano e 9 dias! nosso record!
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essa chuva (que tava prevista pra sábado) é sinal que o inverno chegou? buuuááaaáá.
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Nós dois
16 junho, 2005
Sapatos do Aladim
sabe essas perguntas/piadas que a gente houve por aí tipo: quem inventou o trabalho? quem inventou a matemática? pois é, eu lanço uma em particular: meu, quem inventou esse sapato feminino(?) estilo aladim???? não, ninguém merece.
sim, sim, gosto não se discute, defendo essa afirmativa, mas preciso desabafar aqui toda essa minha indignação!
no ano passado fui madrinha de casamento da minha cunhada Marli, entrei + ou – em 437 lojas eixo são paulo/abc e não achei um! vou repetir, um! sapato feminino social que não fosse desse modelo!
lógico, tive que sucumbir a ditadura da moda e compra um par, ou isso ou ir com minhas havainas preta (é foi tentador, pois a cor combinava com meu vestido que era vinho). mas olha o nível né menina! mocinhas não se vestem assim!
ontem, novamente.
a gerência aqui do escritório resolveu comprar o uniforme para todas as meninas que vão para o congresso no final do ano. lá vamos nós para loja de sapatos. chegando lá, a vendedora mostra um dito cujo com um bico maior que do pica-pau seguido de inúmeros comentários: nossa que lindo, maravilhoso, divino, tem que ser este.
e eu, garanto só eu, pensando: não! não! meus pezinhos dentro dessa armadura medieval “bem feito quem mandou nascer mulher” nãããooo! bom, ainda bem, tive como optar por um modelo da linha praticamente ignorada pelas demais “mulher não é obrigada a se fantasiar de desenho infantil” e não sucumbir em prol da moda “do momento”.
aliás, qual será a próxima heim? sapatos modelo fofão, lembra aquele personagem do balão mágico? (sim, é do meu tempo). e a mulherada babando, soltando pérolas tipo: eu TENHO que ter um desses! eu quero um preto, um vermelho e um tijolo, enquanto não tiver das três cores não sossego! e consequentemente, as menos providas, que vivem de caridade, se preparem, pois todos os super-modelos-aladim vão TER que sumir rapidamente do armário para dar lugar aos top de linha.
engraçado como algumas pessoas, principalmente as mulheres, se permitem ser assim, tão dependente da moda, tão sem estilo, será que elas sabem quem elas são, do que realmente elas gostam? não, nada contra usar alguma coisa que está na moda que você se identifica acha bonito tal, mas usar TUDO o que está na moda é demais! ou seja, uma hora elas são sérias e usam bolsa caramelo estilo “marmitex” combinando com os sapatos (de novo eles!) estilo aladim da mesma cor. ops! agora mudou, devido a novela das oito uso roupas estilo Jade com maquiagem idem. epa! agora sou hyppe, estilo desencanada, arrastando sandálinhas de couro pelo asfalto. amanhã? quem sabe! a moda ainda não “ditou” nada! e assim não corro o riscos, em qualquer festa que eu for, vou estar exatamente igual a toda população feminina do local e não vou me sentir excluída e todos vão dizer, nossa aquela menina tá com uma bota da moda deve ter pago maior grana! viu, é fácil ser aceita e ter muitos amigos!
tá, tá bom, vou parar. mas garanto que esse assunto sobre a dupla dinâmica moda-mulher dá pano pra manga. e me entristece sabia?
***************************************************
tudo indica que o Simão sai da oficina amanhã. depois de um longo e tenebroso inverno. nossa casa, como diz o Marcos, “tá parecendo um cativeiro”. nada nos armários, nada na geladeira. precisamos do Simão para fazer despesa!
queria passear um pouquinho também. mas isso não é nem por estar sem carro. é que o Marcos ta trabalhando muito ultimamente e tá muito cansado. acho legal isso em nós, saímos numa boa de ônibus/trem/metro se necessário e até curtimos sabia?
*** **************************************************
e o outono mais gostoso dos últimos tempos continua. todo dia uma pessoa me fale: amanhã vai esfriar. e todo o dia o sol aparece, morna o dia e só no finalzinho da tarde é que começa a esfriar um pouquinho. placar: outono 5 x previsão 0. e a Aldinha aqui vibra!
*****************************************************
putz, falei muito do sapato do aladim, não é? foi mal. então por hoje não falo mais nada ok?
sim, sim, gosto não se discute, defendo essa afirmativa, mas preciso desabafar aqui toda essa minha indignação!
no ano passado fui madrinha de casamento da minha cunhada Marli, entrei + ou – em 437 lojas eixo são paulo/abc e não achei um! vou repetir, um! sapato feminino social que não fosse desse modelo!
lógico, tive que sucumbir a ditadura da moda e compra um par, ou isso ou ir com minhas havainas preta (é foi tentador, pois a cor combinava com meu vestido que era vinho). mas olha o nível né menina! mocinhas não se vestem assim!
ontem, novamente.
a gerência aqui do escritório resolveu comprar o uniforme para todas as meninas que vão para o congresso no final do ano. lá vamos nós para loja de sapatos. chegando lá, a vendedora mostra um dito cujo com um bico maior que do pica-pau seguido de inúmeros comentários: nossa que lindo, maravilhoso, divino, tem que ser este.
e eu, garanto só eu, pensando: não! não! meus pezinhos dentro dessa armadura medieval “bem feito quem mandou nascer mulher” nãããooo! bom, ainda bem, tive como optar por um modelo da linha praticamente ignorada pelas demais “mulher não é obrigada a se fantasiar de desenho infantil” e não sucumbir em prol da moda “do momento”.
aliás, qual será a próxima heim? sapatos modelo fofão, lembra aquele personagem do balão mágico? (sim, é do meu tempo). e a mulherada babando, soltando pérolas tipo: eu TENHO que ter um desses! eu quero um preto, um vermelho e um tijolo, enquanto não tiver das três cores não sossego! e consequentemente, as menos providas, que vivem de caridade, se preparem, pois todos os super-modelos-aladim vão TER que sumir rapidamente do armário para dar lugar aos top de linha.
engraçado como algumas pessoas, principalmente as mulheres, se permitem ser assim, tão dependente da moda, tão sem estilo, será que elas sabem quem elas são, do que realmente elas gostam? não, nada contra usar alguma coisa que está na moda que você se identifica acha bonito tal, mas usar TUDO o que está na moda é demais! ou seja, uma hora elas são sérias e usam bolsa caramelo estilo “marmitex” combinando com os sapatos (de novo eles!) estilo aladim da mesma cor. ops! agora mudou, devido a novela das oito uso roupas estilo Jade com maquiagem idem. epa! agora sou hyppe, estilo desencanada, arrastando sandálinhas de couro pelo asfalto. amanhã? quem sabe! a moda ainda não “ditou” nada! e assim não corro o riscos, em qualquer festa que eu for, vou estar exatamente igual a toda população feminina do local e não vou me sentir excluída e todos vão dizer, nossa aquela menina tá com uma bota da moda deve ter pago maior grana! viu, é fácil ser aceita e ter muitos amigos!
tá, tá bom, vou parar. mas garanto que esse assunto sobre a dupla dinâmica moda-mulher dá pano pra manga. e me entristece sabia?
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tudo indica que o Simão sai da oficina amanhã. depois de um longo e tenebroso inverno. nossa casa, como diz o Marcos, “tá parecendo um cativeiro”. nada nos armários, nada na geladeira. precisamos do Simão para fazer despesa!
queria passear um pouquinho também. mas isso não é nem por estar sem carro. é que o Marcos ta trabalhando muito ultimamente e tá muito cansado. acho legal isso em nós, saímos numa boa de ônibus/trem/metro se necessário e até curtimos sabia?
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e o outono mais gostoso dos últimos tempos continua. todo dia uma pessoa me fale: amanhã vai esfriar. e todo o dia o sol aparece, morna o dia e só no finalzinho da tarde é que começa a esfriar um pouquinho. placar: outono 5 x previsão 0. e a Aldinha aqui vibra!
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putz, falei muito do sapato do aladim, não é? foi mal. então por hoje não falo mais nada ok?
15 junho, 2005
A vida não é tão complicada
nós é que somos complicados! valorizamos e buscamos coisas que não nos agrega nada. ou não pelo o menos aquilo que realmente é importante e precioso. queremos sempre mais. queremos ser o que não somos. desejamos quem não nos deseja. mudar o que (ou quem) não pode (ou quer) mudar.
caetano já disse: ó bruta flor do querer. bruta mesmo.
vamos revolucionar, vamos simplificar a vida. valorizar o que realmente é importante. aceitar o que somos. se é prá mudar que mudemos NÓS e para o bem de TODOS.
á luta companheiros.
caetano já disse: ó bruta flor do querer. bruta mesmo.
vamos revolucionar, vamos simplificar a vida. valorizar o que realmente é importante. aceitar o que somos. se é prá mudar que mudemos NÓS e para o bem de TODOS.
á luta companheiros.
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preciso marcar uma avaliação para fazer um convênio odontológico. e colocar aparelho. é. a essa "altura" da vida. coisas da minha vida.
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fico triste com certas coisas que escuto. o poder é realmente uma merda. uma merda porque poucos, poucos mesmo sabem lidar com ele. isso é algo para os realmente sábios. e sábio não significa inteligente. e o pior, acham que estão "abafando" e acabam servindo de piadas e deboche entre os demais. só poderia dar nisso mesmo, com certas atitudes...
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tô tão feliz com esse outono com cara de primavera. tá fazendo uns dias lindos!
bom, quem já me conhece sabe que eu detesto o inverno. mas agora eu descobri uma coisa boa. descobri que realmente o inverno é um período meio que para reclusão, avaliação, momentos mais perto das pessoas que nos rodeiam. e é tão bom quando os dias começam a ficar mais quentes de novo. a primavera tá chegando. os casacões tão confortantes já começam a pinicar, querendo voltar para o fundo do armário. depois de tanto tempo para pensar e refletir você quer sair pro mundo e mostrar o novo "você". feliz da vida!
espero que essa primavera se inicie assim prá mim. para todos nós! amém.
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14 junho, 2005
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