20 abril, 2007

Dica

Moro num país tropical
Abençoado por Deus
E bonito por natureza

18 abril, 2007

Mais uma!

Muita coisa boa acontecendo mas sem tempo para contar. :-),

Mas deixo (mais uma!) dica dela:

Divaldo Pereira Franco, em outra encarnação, foi filho de Joana de Angelis, que por usa vez foi Joana de Cusa. Eles foram perseguidos por serem seguidores de Jesus, e atirados aos leões. No último instante, Divaldo pediu à sua mãe que abandonasse aquele Jesus para que não morressem. Joana, claro recusou, e morreram os dois.

Bom, Divaldo tem um hábito muito bonito que resolvi pôr em prática e compartilhar com outras pessoas. Sempre à noite em minhas orações ficava confusa diante de tantos nomes para pedir entre encarnados e desencarnados.

Até que ouvi essa história no Módulo I: Contou a expositora Ediléia, que Divaldo colocava em sua agenda sempre o nome de onze pessoas que estariam precisando de ajuda.E só tirava um nome quando sentia que aquela pessoa já estava bem, acrescentando imediatamente outro nome à lista.Um dia, um homem se atirou em baixo do trem que Divaldo viajava. Sem saber o nome desse homem, Divaldo apenas acrescentou à lista: homem do trem. E orou por ele por anos.

Muito tempo depois,em um momento delicado, Divaldo sentiu a mão de uma pessoa em seu ombro, se virou e viu um homem a lhe sorrir e dizer que iria ajudá-lo. Divaldo agradeceu e respondeu que não o conhecia. O homem então lhe disse:"Lembra-se do acidente de trem que vc presenciou? Sou eu o homem que se jogou embaixo dele.Graças às suas orações eu sofri muito menos do que teria que sofrer. Vc foi a única pessoa que intercedeu por mim durante anos, aqui na Terra. Eu já não aguentava mais tanto sofrimento.Achei que iria enlouquecer. Em espaços de segundos a cena se repetia em minha mente, via o trem se aproximar de mim, sentia as dores, a agonia. Quando achava que tinha acabado lá vinha o trem de novo. Foram meses revendo o acidente, sentindo dores e remorso. Muito obrigada irmão. Agora sou eu quem irá lhe ajudar."

Bom, não coloquei onze nomes em minha agenda.Coloquei em cada dia da semana oito nomes, e já começei ontem. A idéia é cada dia da semana orar por pessoas diferentes, de modo que toda segunda ore por um grupo de pessoas, na terça por outro...Retirarei o nome dessas pessoas seguindo minha intuição e da Espiritualidade. No caso de aparecer alguém com urgência acrescentarei aos oito já existentes.

Repetirei eternamente essa frase : " Se as pessoas soubessem o poder que tem uma oração..." Não há oração sem resposta, não há. Ela pode até vir de uma maneira que não enxergamos, mas virá.Confie.

12 abril, 2007

Gratas surpresas

Uma aconteceu com a Giorgia, outra com a Beth. Ambas lindas e deliciosas de ler. E o melhor: são reais! Tão bom ter conhecimento dessas histórias...

Beth

Um presente das deusas...

Uso óculos corretivos desde que me entendo por gente. Acompanhei a evolução das lentes de contato – já tive de vidro, uma das quais a empregada jogou foram por engano, depois as gelatinosas, as duras e moles e por fim as descartáveis, de uso prolongado, que ainda uso hoje, com reclamações constantes dos meus olhos. Tenho também fotofobia, preciso desesperadamente de óculos escuros pra sair na rua durante o dia.

O meu problema é que tenho miopia alta no olho direito e hipermetropia igualmente alta no olho esquerdo, assim a diferença entre o grau positivo de um olho e o negativo do outro é bem grande. Já sei que preciso fazer uma cirurgia corretiva, mas vou adiando enquanto posso por puro pavor. Como a gente sempre arruma um jeitinho pras coisas não resolvidas da vida, uso óculos e lentes de contato, o que me permite fazer tudo sem grandes problemas.

Em janeiro, enquanto estava no Recife com a Marisa Monte, perdi meus dois óculos no mesmo dia. O corretivo e o de sol, que também tinha o mesmo grau. O escuro era muito especial, um Armani modelo anos 40, com aro discreto em tartaruga e lentes verdes escuras, lindas, deslumbrantes. Tinha há bastante tempo, sem chances de encontrar outro igual.

Sem óculos, fiquei desesperada – principalmente porque estava de passagem pela cidade, em plena excursão, não tinha tempo de ir ao oculista, refazer receita, escolher nova armação e esperar a entrega. Chorei de frustração. Fui numa ótica, experimentei vários tipos de lentes, escolhi a que mais me dava foco na leitura e mandei fazer urgente – ainda estou com esse óculos e está dando certo. Mas a perda dos escuros foi irreparável. Comprei outro, de lentes bem escuras e ainda estou usando. Ajuda com o sol, mas me deixa com dor de cabeça no fim do dia, pois não tem grau.

Pois ontem minha amiga mais amiga, que mora em Olinda, me ligou pra dizer que encontrou meu óculos de grau embaixo do banco do carona do carro dela, só achou porque precisou tirar o assento. E que, quando chegou no trabalho, a recepcionista entregou uns óculos, que um taxista veio deixar, dizendo que estava procurando o dono há dois meses! Eram os meus... Que deus proteja esse motorista. E os dois apareceram no mesmo dia, por coincidência, meu aniversário!

Fiquei tão feliz que acendi várias velas pra todos os meus santos. O melhor presente de aniversario, ever! Foram as deusas que lhe abençoam nesse dia, diz a minha amiga feminista. Foi o Ivan, que não agüentava mais ouvir seus lamentos, diz o meu filho mais novo...


Giorgia

Perdi a chave do meu carro. Procurei, procurei, procurei. Nada. Juntocom a chave, havia um monte de outras chaves importantes.
Tive de usar a chave reserva.
Na volta, alegria completa: vi minha chave pendurada na guarita dovigia. O catador do lixo a encontrara. Ai, ai! Eu e a minhaestabanação... jogar a chave do carro no lixo!
Salve, salve a boa alma do catador. Poderia nem ter devolvido... Comcerteza Deus lhe vai retribuir o ato de bondade. E eu vou tentardescobrir quem ele é para fazer a minha parte também.

10 abril, 2007