Quando eu falava dessas cores mórbidas
Quando eu falava desses homens sórdidos
Quando eu falava desse temporal,
Você não me escutou
28 setembro, 2007
27 setembro, 2007
26 setembro, 2007
Sonho
Há um tempo atrás sonhei que estava tirando os meus dentes com uma mão e os colocava sujos de sangue na palma da minha outra mão. Eu estava surpresa pois sabia que não era fácil assim tirar os dentes com as mãos. Lembro até hoje da imagem dos dentes sujos de sangue na palma da minha mão.
Fiquei impressionada com esse sonho alguns dias e perguntei ao um psicólogo que eu estava passando na época e ele me disse: dente é algo duro, você os tirava com facilidade, então eles estavam fragilizados, pode ser a representação de algo muito forte prá você que agora esteja desmoronando.
E era.
Fiquei impressionada com esse sonho alguns dias e perguntei ao um psicólogo que eu estava passando na época e ele me disse: dente é algo duro, você os tirava com facilidade, então eles estavam fragilizados, pode ser a representação de algo muito forte prá você que agora esteja desmoronando.
E era.
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Sonhos
24 setembro, 2007
20 setembro, 2007
.
Ganhei cravos brancos na hora do almoço. Fui procurar na net o significado:
Significado das flores - cravo branco: ingenuidade e talento.
Não me disse muito. Vou criar um outro significado na minha cabeça só prá me consolar melhor.
Vou levá-los para casa e seguir as recomendações: um pouquinho de água em um vaso com um pouco de açúcar.
Isso me fez lembrar duas coisas:
- que faz tempo que não compro rosas do rapaz do semáforo.
- das flores espalhadas hoje de manhã na minha área, o Zeca detonou toda a minha plantinha que estava linda, toda florida. Só restaram alguns galhos sem folhas, sem nada, que eu vou torcer para que brotem de novo.
Significado das flores - cravo branco: ingenuidade e talento.
Não me disse muito. Vou criar um outro significado na minha cabeça só prá me consolar melhor.
Vou levá-los para casa e seguir as recomendações: um pouquinho de água em um vaso com um pouco de açúcar.
Isso me fez lembrar duas coisas:
- que faz tempo que não compro rosas do rapaz do semáforo.
- das flores espalhadas hoje de manhã na minha área, o Zeca detonou toda a minha plantinha que estava linda, toda florida. Só restaram alguns galhos sem folhas, sem nada, que eu vou torcer para que brotem de novo.
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E por aqui segue assim...
Vazio por dentro, tristeza e incertezas.
Vontade de colocar tudo no lugar. Tentando ser paciente porque cada coisa tem seu tempo.
Vontade de pular etapas.
"Eu não sei dançar tão devagar prá te acompanhar"
Vazio por dentro, tristeza e incertezas.
Vontade de colocar tudo no lugar. Tentando ser paciente porque cada coisa tem seu tempo.
Vontade de pular etapas.
"Eu não sei dançar tão devagar prá te acompanhar"
18 setembro, 2007
Desabafo
Muitos vão achar que é porque tenho um, mas não é.
Eu realmente não gosto da expressão “cabelo ruim”.
Todos sabem que essa expressão é usada para quem tem cabelos cacheados ou crespo. Agora por que cabelo ruim? Ruim do quê? De pentear? Tenho amigas que têm cabelos tão lisos e tão finos que acabam formando verdadeiros nozinhos e que são difíceis a beça para desembaraçar. Então essa não justifica.
Próxima, por serem difíceis de alisar? Tenho amigas que podem passar o dia inteiro de bobs, tacar fixador e nada do cabelo “segurar” os cachinhos. Ou seja elas têm cabelos ruins de cachear. Mais uma que não deu. Tem mais?
Por que “cabelo ruim” justamente descriminar o cabelo do negro ou de descendentes de negros?
Preconceito idiota? Soberania fútil? Ah tá, pode ser isso.
E aquela outra então "amanhã (segunda-feira) é dia de branco". Não vou nem comentar...
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Verdades
17 setembro, 2007
Cantarolando
Todo mundo é lobo por dentro (Petulante)
(Oswaldo Montenegro)
Você me disse que eu sou petulante, né?
acho que sou sim, viu?
como a água que desce a cachoeira
e não pergunta se pode passar
Você me disse que meu olho é duro como faca
acho que é sim, viu?
Como é duro o tronco da mangueira
onde você precisa se encostar
Você me disse que eu destruo sempre
a sua mais romântica ilusão
e destruo sempre com minha palavra
o que me incomodou
Acho que é sim
Como fere e faz barulho o bicho que se machucou
Como fere e faz barulho o bicho que se machucou
(Oswaldo Montenegro)
Você me disse que eu sou petulante, né?
acho que sou sim, viu?
como a água que desce a cachoeira
e não pergunta se pode passar
Você me disse que meu olho é duro como faca
acho que é sim, viu?
Como é duro o tronco da mangueira
onde você precisa se encostar
Você me disse que eu destruo sempre
a sua mais romântica ilusão
e destruo sempre com minha palavra
o que me incomodou
Acho que é sim
Como fere e faz barulho o bicho que se machucou
Como fere e faz barulho o bicho que se machucou
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Músicas
12 setembro, 2007
Caderno de orações
Lá em casa nunca fomos obrigados a ir à missa aos domingos, minha mãe planejou para que eu e minhas irmãs fizéssemos nossa primeira comunhão em Pernambuco porque lá não precisava (na época) fazer o catecismo. Desse modo, vira e meche em uma das nossas viagens de férias pra casa dos meus avós era programada a primeira comunhão de alguém.
Fomos criados em meio aos costumes do catolicismo, mas nada era imposto a nós. Sempre vi minha mãe acendendo velas em agradecimento à cura da doença de um dos filhos ou pagando promessas por alguma benção recebida.
Quando eu tinha uns 5, 6 anos, chegaram novos vizinhos na rua e pra minha surpresa eram crentes. Os primeiros que eu conheci, pois até aí eu achava que só existia o catolicismo.E nessa época não eram evangélicos e sim crentes.
Eu e a Silvane logo nos tornamos amigas e às vezes eu fazia companhia a ela na sua igreja. Isso também não era problema lá em casa, lembro que meu pai falava: Vai virar crente? Eu respondia: Não pai, só vou a igreja com a Silvane. Ele ria e falava: Ta bom, vá e ore bastante por mim.
Hoje, minha irmã Alda e minha mãe são espíritas, minha irmã Arleide e meu irmão Armando são católicos, meu pai...bem meu pai é um caso a parte, vai a missa, critica os espíritas mas lê todo o livro espírita que lhe chega as mãos, reza desde de sempre após cada refeição mas não espera tudo de Deus não.
Eu é que fique sem trabalhar que Deus vai por comida dentro de casa, ah vai! Ele diz.
E eu...perdida da silva nesse assunto.
Apesar de manter alguns costumes católicos peguei certa birra, fui crescendo e tendo conhecimento de algumas coisas, lendo alguns livros e pronto, me afastei de vez.
Hoje sinto falta de ter um caminho religioso, acredito no espiritismo, gosto de conversar com a Neguinha sobre o assunto, leio alguns livros que ela me indica mas me falta algo pra toma-lo como a minha religião.
Há alguns anos venho lendo muito sobre o budismo, e gosto muito. Muito mesmo. Mas não encontro um lugar próximo para freqüentar, praticar...
Eis que ela me aparece com essa história de caderninho de orações e me contagiou. Ela me ensinou: pegue um caderno e o destine para isso, em cada folha escreva o nome de um dia da semana. Em cada dia escreva nome de pessoas que você gosta, ou que você sabe que está passando por um período difícil e até de desconhecidos que você vê na rua, ou escuta alguém comentando de uma pessoa que aconteceu tal coisa, enfim, não precisa de um número específico por dia e não tem regras. Aliás a regra é: siga o seu coração e reze por essas pessoas. Pode ser pelos presidiários, por pessoas que se suicidaram, que sofreram algum desastre...
Logo após o acidente da Tam em 17 de Julho eu comentei com a minha irmã: tenho certeza que tem muita gente rezando pelas almas das pessoas que morreram naquele dia e pelos familiares que ficaram com a dor e a saudade. Mas os dias passam e as pessoas vão se esquecendo e as orações vão cessando. Mas com certeza essas pessoas ainda estão precisando de orações, de boas vibrações. E com o caderninho a gente não se esquece! Uma vez por semana a gente ta lá rezando, pedindo por eles.
E quer saber? Faz um bem danado viu? Não sei quem sai mais beneficiado: quem reza ou quem recebe a prece. Porque assim a gente passa a prestar mais atenção nos outros e em nós mesmos. Lembramos de agradecer pelo o que temos. Lembramos de não ficar nos lamentando muitas vezes por tão pouco.
E desse modo, mesmo sem uma religião definida me sinto mais firme. Não que ter uma religião seja extremamente necessário e também não quero ter uma apenas para seguir os costumes e cumprir as regras. Quero levar uma no coração.
Enquanto esse dia não chega eu vou rezando. E vou continuar independente do que aconteça daqui pra frente.
Obrigada maninha por ter me passado algo tão precioso.
Fomos criados em meio aos costumes do catolicismo, mas nada era imposto a nós. Sempre vi minha mãe acendendo velas em agradecimento à cura da doença de um dos filhos ou pagando promessas por alguma benção recebida.
Quando eu tinha uns 5, 6 anos, chegaram novos vizinhos na rua e pra minha surpresa eram crentes. Os primeiros que eu conheci, pois até aí eu achava que só existia o catolicismo.E nessa época não eram evangélicos e sim crentes.
Eu e a Silvane logo nos tornamos amigas e às vezes eu fazia companhia a ela na sua igreja. Isso também não era problema lá em casa, lembro que meu pai falava: Vai virar crente? Eu respondia: Não pai, só vou a igreja com a Silvane. Ele ria e falava: Ta bom, vá e ore bastante por mim.
Hoje, minha irmã Alda e minha mãe são espíritas, minha irmã Arleide e meu irmão Armando são católicos, meu pai...bem meu pai é um caso a parte, vai a missa, critica os espíritas mas lê todo o livro espírita que lhe chega as mãos, reza desde de sempre após cada refeição mas não espera tudo de Deus não.
Eu é que fique sem trabalhar que Deus vai por comida dentro de casa, ah vai! Ele diz.
E eu...perdida da silva nesse assunto.
Apesar de manter alguns costumes católicos peguei certa birra, fui crescendo e tendo conhecimento de algumas coisas, lendo alguns livros e pronto, me afastei de vez.
Hoje sinto falta de ter um caminho religioso, acredito no espiritismo, gosto de conversar com a Neguinha sobre o assunto, leio alguns livros que ela me indica mas me falta algo pra toma-lo como a minha religião.
Há alguns anos venho lendo muito sobre o budismo, e gosto muito. Muito mesmo. Mas não encontro um lugar próximo para freqüentar, praticar...
Eis que ela me aparece com essa história de caderninho de orações e me contagiou. Ela me ensinou: pegue um caderno e o destine para isso, em cada folha escreva o nome de um dia da semana. Em cada dia escreva nome de pessoas que você gosta, ou que você sabe que está passando por um período difícil e até de desconhecidos que você vê na rua, ou escuta alguém comentando de uma pessoa que aconteceu tal coisa, enfim, não precisa de um número específico por dia e não tem regras. Aliás a regra é: siga o seu coração e reze por essas pessoas. Pode ser pelos presidiários, por pessoas que se suicidaram, que sofreram algum desastre...
Logo após o acidente da Tam em 17 de Julho eu comentei com a minha irmã: tenho certeza que tem muita gente rezando pelas almas das pessoas que morreram naquele dia e pelos familiares que ficaram com a dor e a saudade. Mas os dias passam e as pessoas vão se esquecendo e as orações vão cessando. Mas com certeza essas pessoas ainda estão precisando de orações, de boas vibrações. E com o caderninho a gente não se esquece! Uma vez por semana a gente ta lá rezando, pedindo por eles.
E quer saber? Faz um bem danado viu? Não sei quem sai mais beneficiado: quem reza ou quem recebe a prece. Porque assim a gente passa a prestar mais atenção nos outros e em nós mesmos. Lembramos de agradecer pelo o que temos. Lembramos de não ficar nos lamentando muitas vezes por tão pouco.
E desse modo, mesmo sem uma religião definida me sinto mais firme. Não que ter uma religião seja extremamente necessário e também não quero ter uma apenas para seguir os costumes e cumprir as regras. Quero levar uma no coração.
Enquanto esse dia não chega eu vou rezando. E vou continuar independente do que aconteça daqui pra frente.
Obrigada maninha por ter me passado algo tão precioso.
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10 setembro, 2007
06 setembro, 2007
Meninas: cheguei!
Taaatiii? Iiiissa? Úú?
Olha quem está aqui! Sou eu! O Zeca! Eu não sou lindo?
(fazendo pose!)
(não se enganem com essa carinha de anjo)

(o que eu mais gosto de fazer: brincar! sou incansável nesse quesito)

(eu "estava" tirando um cochilinho)
Olha quem está aqui! Sou eu! O Zeca! Eu não sou lindo?
(fazendo pose!)
(não se enganem com essa carinha de anjo)
(o que eu mais gosto de fazer: brincar! sou incansável nesse quesito)

(eu "estava" tirando um cochilinho)
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03 setembro, 2007
Surpresa!
Meu irmão nos fez uma grata surpresa, nos ligou sábado de manhã do aeroporto para dizer que estava vindo para o casamento do meu primo Toninho com a Juliana à noite. Fiquei radiante e cheguei a pensar que talvez minha mãe viria junto mas não foi dessa vez, ,:-(
O casamento foi ótimo, encontramos pessoas que não víamos há muiiiiito tempo e nos emocionamos muito também. Prá ficar melhor só faltou ela estar conosco também.
Dançamos bastante e por alguns instante me senti na Sunshine há uns 20 anos atrás! he, he, tô velhinha.
Ontem passamos um domingo delicioso lá em casa, almoçamos, conversamos, rimos bastante e depois fechamos o dia com bolos de chocolate e laranja e pão de cebola! Ah! E cappucino que o Armando fez e lógico, nosso sagrado café.
E estando juntos assim novamente me lembrei do carnaval que passamos juntos lá em Sarapuí, olha algumas fotos aí:


O casamento foi ótimo, encontramos pessoas que não víamos há muiiiiito tempo e nos emocionamos muito também. Prá ficar melhor só faltou ela estar conosco também.
Dançamos bastante e por alguns instante me senti na Sunshine há uns 20 anos atrás! he, he, tô velhinha.
Ontem passamos um domingo delicioso lá em casa, almoçamos, conversamos, rimos bastante e depois fechamos o dia com bolos de chocolate e laranja e pão de cebola! Ah! E cappucino que o Armando fez e lógico, nosso sagrado café.
E estando juntos assim novamente me lembrei do carnaval que passamos juntos lá em Sarapuí, olha algumas fotos aí:

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