02 setembro, 2009

Quando eu me amei de verdade...

- Deixei de me contentar com pouca coisa.
- Tomei contato com a minha própria bondade.
- Comecei a valorizar o dom da vida com a maior gratidão.
- Pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.
- Então pude relaxar.
- Consegui moderar meu ritmo e minha pressa. E isso fez uma enorme diferença na minha vida.
- Comprei o colchão de penas que desejava havia anos.
- Aprendi a gostar de estar sozinha, rodeada pelo silêncio, usufruindo sua magia, prestando atenção ao meu espaço interior.
- Percebi que posso não ser uma pessoa especial, mas que sou única.
- Reformulei meu conceito de sucesso e a vida ficou mais simples. Ah! Quanto prazer isso me trouxe!
- Entendi que sou digna de conhecer Deus diretamente.
- Deixei de achar que a vida é dura.
- Pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.
- Deixei a menina levada dentro de mim pular do último trampolim da piscina.
- Aprendi a satisfazer meus desejos sem achar que era egoísmo.
- Partes minhas que eu ignorava desistiram de disputar minha atenção. Foi o início da paz interior. Comecei então a ver tudo mais claro.
- Comecei a perceber que os desejos do coração acabam se realizando e passei a ter mais calma e paciência, exceto quando esqueço disso.
- Desisti de ignorar ou suportar meu sofrimento.
- Comecei a perceber todos os meus sentimentos, sem analisá-los. Sentido-os de verdade.
- Quando faço isso acontece uma coisa incrível. Experimente você vai ver.
- Meu coração se encheu de tanta ternura que pode acolher tanto a alegria quanto a tristeza.
- Comecei a meditar diariamente e descobri que este é um ato de profundo amor por mim mesma.
- Passei a me sentir como um presente para o universo e comecei a colecionar lindos laços de fitas. Eles ficam pendurados na parede do meu quarto, para me lembrar.
- Sempre que fico ansiosa, zangada, inqueita ou mesmo triste, pergunto a mim mesma: "Quem, dentro de mim, está se sentindo assim? Se eu escutar com paciência, descubro quem é que precisa do meu amor.
- Deixei de precisar das coisas e das pessoas para me sentir segura.
- Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
- Comecei a entender a complexidade, o mistério e a vastidão da minha alma. Que tolice pensar que posso conhecer o sentido da vida de alguém.
- Desisti de projetar nos outros as minhas forças e fraquezas, e guardei-as comigo.
- Comecei a perceber uma presença divina dentro de mim e a ouvir sua orientação. Estou aprendendo a confiar e a viver de acordo com ela.
- Desisti de ficar exausta por me empenhar tanto.
- Comecei a sentir uma comunidade dentro de mim. Essa equipe interna, com múltiplos talentos e características próprias, é a minha força e o meu potencial. Fazemos reuniões de equipe.
- Parei de me culpar pelas escolhas que fiz e que me faziam sentir insegura. Passei a me responsabilizar por elas.
- Comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado - inclusive eu mesma.
- Passei a caminhar todos os dias, a usar a escada em vez do elevador e a escolher sempre o caminho mais bonito.
- Passei a ser a minha própria autoridade, ouvindo apenas a sabedoria do meu coração. E assim que Deus fala comigo. Isso é o que se chama de intuição.
- Comecei a sentir um grande alívio. Meu lado impulsivo aprendeu a esperar pelo momento certo. Então eu me tornei lúcida e corajosa.
- Passei a aceitar o inaceitável.
- Comecei a ver que meu ego é a parte da minha alma. Ao perceber isso, meu ego perdeu sua estridência e paranóia e pode me servir melhor.
- Passei a acordar muitas vezes no meio da noite ouvindo música dentro de mim.
- Comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e hábitos - qualquer coisa que me pusesse para baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
- Deixei o perfeccionismo de lado - esse carrasco da alegria.
- Consegui falar a verdade sobre os meus talentos e sobre minhas limitações.
- Deixei de atender o telefone quando não estava com vontade de conversar.
- Não fiquei tão preocupada em perdoar os outros.
- Consegui ter consciência, nos períodos de confusões, disputa ou desgostos, de que essas coisas também fazem parte de mim e merecem o meu amor.
- Permiti que meu coração se abrisse por inteiro e entendesse o sofrimento do mundo.
- Comecei a recolher o lixo na rua.
- Consegui perceber Deus dentro de mim e ver Deus dentro dos outros. Isso nos torna divinos! Você consegue fazer isso?
- Comecei a escrever sobre o quê eu vivia e o que eu pensava, porque compreendi que era meu direito e minha responsabilidade.
- Passei a saber qual era meu objetivo e a me afastar suavemente das distrações.
- Vi que tudo aquilo a que eu resistia persistia. Igual a uma criança pequena dando puxões na minha saia. Hoje, quando a resistência fica me puxando, eu olho prá ela e afasto-a gentilmente.
- Aprendi a interromper o que estava fazendo, mesmo que por um segundo, para acolher e confortar a parte de mim que está assustada.
- Aprendi a dizer não quando quero e a dizer sim quando quero.
- Procurei me manter neutra sem classificar as coisas de certas ou erradas. No início, chamei isso de indiferença; hoje percebo que a neutralidade nos faz ver tudo com mais clareza.
- Passei a encontrar prazer cada vez maior na solidão e a usurfruir a inexplicável e profunda satisfação que sua companhia traz.
- Pude perceber como a vida é divertida, como eu sou divertida e como os outros podem ser divertidos.
- Confessei serenamente minha coragem e meu medo, minha ingenuidade e minha sabedoria, e arranjei um lugarzinho para cada um em volta da minha mesa.
- Comecei a fazer massagem pelo o menos uma vez por mês.
- Percebi que nunca estou só.
- Deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!
- Parei de tentar impressionar meu irmão.
- Desisti de tentar me livrar das vozes críticas da minha cabeça. Hoje digo assim: "obrigada pela sua opinião", e elas se consideram ouvidas. Fim da discussão.
- Deixar a parte de mim que ainda sente falta do meu ex ficar triste, em vez de tentar fazê-la desistir de amá-lo.
- Comecei a comprar deliciosas tortas de chocolates para a adolescente que existe em mim que as adora. Mas só de vez em quando. Com baba-de-moça.
- Perdi o medo de dizer o que penso porque percebi como é bom fazer isso.
- Passei a derramar meus sentimentos nos meus diários. Esses parceiros adoráveis fala a minha língua. Não precisam de tradução.
- Parei de procurar "especialistas" e comecei a viver minha vida.
- Descobri as lições que a minha raiva me dá sobre responsabilidade, e a minha arrogância sobre humildade. Agora ouço as duas com muita atenção.
- Comecei a comer alimentos orgânicos (menos aquela deliciosa torta de chocolate. De vez em quando é claro).
- Consegui relaxar quando invadida por ondas de racionalidade e desespero.
- Fui capaz de me dar de presente um corte de cabelo num super cabeleireiro e sair felicíssima do salão.
- Desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes.
- Aprendi a chorar as dores da vida no momento em que elas acontecem, em vez de sobrecarregar meu coração arrastando-as por aí.
- Perdoei-me por todas às vezes em que me acusei e me critiquei.
- Senti uma grande paz dentro de mim. Foi bom. Muito bom.
- Comecei a ouvir a sabedoria do meu corpo. Ele fala claramente através do cansaço, das sensações, das antipatias e dos desejos.
- Deixei de ter medo do medo.
- Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
- Percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloca a serviço do meu coração ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Esse livro quem me emprestou foi a Cris, "Quando me amei de verdade", li numa tacada só.
Como é curtinho dessa vez não deixei um trecho, deixei o livro inteiro! O Marcos ditou a metade prá mim para eu ir digitando.

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