- Deixei de me contentar com pouca coisa.
- Tomei contato com a minha própria bondade.
- Comecei a valorizar o dom da vida com a maior gratidão.
- Pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.
- Então pude relaxar.
- Consegui moderar meu ritmo e minha pressa. E isso fez uma enorme diferença na minha vida.
- Comprei o colchão de penas que desejava havia anos.
- Aprendi a gostar de estar sozinha, rodeada pelo silêncio, usufruindo sua magia, prestando atenção ao meu espaço interior.
- Percebi que posso não ser uma pessoa especial, mas que sou única.
- Reformulei meu conceito de sucesso e a vida ficou mais simples. Ah! Quanto prazer isso me trouxe!
- Entendi que sou digna de conhecer Deus diretamente.
- Deixei de achar que a vida é dura.
- Pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.
- Deixei a menina levada dentro de mim pular do último trampolim da piscina.
- Aprendi a satisfazer meus desejos sem achar que era egoísmo.
- Partes minhas que eu ignorava desistiram de disputar minha atenção. Foi o início da paz interior. Comecei então a ver tudo mais claro.
- Comecei a perceber que os desejos do coração acabam se realizando e passei a ter mais calma e paciência, exceto quando esqueço disso.
- Desisti de ignorar ou suportar meu sofrimento.
- Comecei a perceber todos os meus sentimentos, sem analisá-los. Sentido-os de verdade.
- Quando faço isso acontece uma coisa incrível. Experimente você vai ver.
- Meu coração se encheu de tanta ternura que pode acolher tanto a alegria quanto a tristeza.
- Comecei a meditar diariamente e descobri que este é um ato de profundo amor por mim mesma.
- Passei a me sentir como um presente para o universo e comecei a colecionar lindos laços de fitas. Eles ficam pendurados na parede do meu quarto, para me lembrar.
- Sempre que fico ansiosa, zangada, inqueita ou mesmo triste, pergunto a mim mesma: "Quem, dentro de mim, está se sentindo assim? Se eu escutar com paciência, descubro quem é que precisa do meu amor.
- Deixei de precisar das coisas e das pessoas para me sentir segura.
- Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
- Comecei a entender a complexidade, o mistério e a vastidão da minha alma. Que tolice pensar que posso conhecer o sentido da vida de alguém.
- Desisti de projetar nos outros as minhas forças e fraquezas, e guardei-as comigo.
- Comecei a perceber uma presença divina dentro de mim e a ouvir sua orientação. Estou aprendendo a confiar e a viver de acordo com ela.
- Desisti de ficar exausta por me empenhar tanto.
- Comecei a sentir uma comunidade dentro de mim. Essa equipe interna, com múltiplos talentos e características próprias, é a minha força e o meu potencial. Fazemos reuniões de equipe.
- Parei de me culpar pelas escolhas que fiz e que me faziam sentir insegura. Passei a me responsabilizar por elas.
- Comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado - inclusive eu mesma.
- Passei a caminhar todos os dias, a usar a escada em vez do elevador e a escolher sempre o caminho mais bonito.
- Passei a ser a minha própria autoridade, ouvindo apenas a sabedoria do meu coração. E assim que Deus fala comigo. Isso é o que se chama de intuição.
- Comecei a sentir um grande alívio. Meu lado impulsivo aprendeu a esperar pelo momento certo. Então eu me tornei lúcida e corajosa.
- Passei a aceitar o inaceitável.
- Comecei a ver que meu ego é a parte da minha alma. Ao perceber isso, meu ego perdeu sua estridência e paranóia e pode me servir melhor.
- Passei a acordar muitas vezes no meio da noite ouvindo música dentro de mim.
- Comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e hábitos - qualquer coisa que me pusesse para baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
- Deixei o perfeccionismo de lado - esse carrasco da alegria.
- Consegui falar a verdade sobre os meus talentos e sobre minhas limitações.
- Deixei de atender o telefone quando não estava com vontade de conversar.
- Não fiquei tão preocupada em perdoar os outros.
- Consegui ter consciência, nos períodos de confusões, disputa ou desgostos, de que essas coisas também fazem parte de mim e merecem o meu amor.
- Permiti que meu coração se abrisse por inteiro e entendesse o sofrimento do mundo.
- Comecei a recolher o lixo na rua.
- Consegui perceber Deus dentro de mim e ver Deus dentro dos outros. Isso nos torna divinos! Você consegue fazer isso?
- Comecei a escrever sobre o quê eu vivia e o que eu pensava, porque compreendi que era meu direito e minha responsabilidade.
- Passei a saber qual era meu objetivo e a me afastar suavemente das distrações.
- Vi que tudo aquilo a que eu resistia persistia. Igual a uma criança pequena dando puxões na minha saia. Hoje, quando a resistência fica me puxando, eu olho prá ela e afasto-a gentilmente.
- Aprendi a interromper o que estava fazendo, mesmo que por um segundo, para acolher e confortar a parte de mim que está assustada.
- Aprendi a dizer não quando quero e a dizer sim quando quero.
- Procurei me manter neutra sem classificar as coisas de certas ou erradas. No início, chamei isso de indiferença; hoje percebo que a neutralidade nos faz ver tudo com mais clareza.
- Passei a encontrar prazer cada vez maior na solidão e a usurfruir a inexplicável e profunda satisfação que sua companhia traz.
- Pude perceber como a vida é divertida, como eu sou divertida e como os outros podem ser divertidos.
- Confessei serenamente minha coragem e meu medo, minha ingenuidade e minha sabedoria, e arranjei um lugarzinho para cada um em volta da minha mesa.
- Comecei a fazer massagem pelo o menos uma vez por mês.
- Percebi que nunca estou só.
- Deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!
- Parei de tentar impressionar meu irmão.
- Desisti de tentar me livrar das vozes críticas da minha cabeça. Hoje digo assim: "obrigada pela sua opinião", e elas se consideram ouvidas. Fim da discussão.
- Deixar a parte de mim que ainda sente falta do meu ex ficar triste, em vez de tentar fazê-la desistir de amá-lo.
- Comecei a comprar deliciosas tortas de chocolates para a adolescente que existe em mim que as adora. Mas só de vez em quando. Com baba-de-moça.
- Perdi o medo de dizer o que penso porque percebi como é bom fazer isso.
- Passei a derramar meus sentimentos nos meus diários. Esses parceiros adoráveis fala a minha língua. Não precisam de tradução.
- Parei de procurar "especialistas" e comecei a viver minha vida.
- Descobri as lições que a minha raiva me dá sobre responsabilidade, e a minha arrogância sobre humildade. Agora ouço as duas com muita atenção.
- Comecei a comer alimentos orgânicos (menos aquela deliciosa torta de chocolate. De vez em quando é claro).
- Consegui relaxar quando invadida por ondas de racionalidade e desespero.
- Fui capaz de me dar de presente um corte de cabelo num super cabeleireiro e sair felicíssima do salão.
- Desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes.
- Aprendi a chorar as dores da vida no momento em que elas acontecem, em vez de sobrecarregar meu coração arrastando-as por aí.
- Perdoei-me por todas às vezes em que me acusei e me critiquei.
- Senti uma grande paz dentro de mim. Foi bom. Muito bom.
- Comecei a ouvir a sabedoria do meu corpo. Ele fala claramente através do cansaço, das sensações, das antipatias e dos desejos.
- Deixei de ter medo do medo.
- Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
- Percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloca a serviço do meu coração ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Esse livro quem me emprestou foi a Cris, "Quando me amei de verdade", li numa tacada só.
Como é curtinho dessa vez não deixei um trecho, deixei o livro inteiro! O Marcos ditou a metade prá mim para eu ir digitando.
02 setembro, 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Marcadores
2014 em partes
(10)
2015 em partes
(6)
Amigos
(98)
Ano Novo
(15)
Aqueça!
(5)
Bem Bom
(23)
Bobeirinhas
(6)
Bom de ver
(3)
Carnaval
(16)
Conversa de crianças
(1)
Dia desses
(1)
Dicas
(51)
Ele disse
(3)
Espelho
(5)
Família
(113)
Férias
(41)
Flashback
(1)
Foto da Semana
(51)
Fotos Pessoais
(127)
Humor
(23)
Importante
(8)
Inspiração
(4)
Lindo de ver
(4)
Listas
(5)
Meninas que cantam
(4)
Meu pai
(11)
Minha mãe
(11)
Músicas
(64)
Natal
(13)
Nós dois
(15)
Post surpresa
(22)
Séries
(3)
Sonhos
(12)
Trechos de Livros
(46)
Verdades
(39)
Vida
(96)
Vivendo e aprendendo
(33)
Zeca
(57)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Oi?