Pois então. Sexta-feira passada foi corrida e agitada pra caramba mas com momentos deliciosos como meu almoço com a Giorgia.
Adoro quando ela vem para São Paulo e conseguimos nos encontrar. Nem que seja para dar um abraço e trocar algumas palavras como foi da penúltima vez que nos vimos.
Pois então, dessa vez foi diferente. Marcamos uns dias antes, consegui gravar um cd de músicas para ela (será que alguém adivinha de quem era a maioria das músicas no cd? rs,rs) e depois estava lendo mais um pouquinho do meu livro "Para uma pessoa bonita" (que recomendo de "com força") e me deu um estalo: esse livro tem que ser dela! E foi. Desmarquei as páginas que estava marcando trechos para colocar aqui no blog, escrevi uma dedicatória, passei uma fita cinza aqui no escritório e entreguei para ela e espero muito que ela goste pois o conteúdo do livro tem muito a ver com ela.
Fomos almoçar em um restaurante aqui perto e ela estava toda faceira me mostrando seu iphone com o espelho protetor que tinha acabado de trocar.
Conversamos muito e o papo foi ótimo.
Depois do almoço fomos até livraria Cultura para o café e eis que ela me fala assustadíssima:
- Roubaram meu celular Alda!!
Como assim?? Não, não pode. Não tem como. Ficamos assustadas e eu sugeri que voltassemos ao restaurante pois acreditava que ela poderia ter deixado lá apesar dela garantir que tinha colocado dentro da bolsa.
Voltamos correndo como duas loucas e no restaurante o dono informou que não tinha achado nada. O bom foi que ele teve a idéia de ligar para o número dela e, que alívio, escutamos o celular tocando dentro da bolsa. Ele tinha passado por um furo do forro da bolsa e tava lá, escondidinho.
Voltamos aliviadíssimas e rindo muito de tudo.
Ela insistiu muito em me retribuir o presente e me deu o livro "O lapidador de diamantes", que foi indicação da mãe dela então nem precisamos falar mais nada né, é só ler pois com certeza deve ser um ótimo livro.
Nesse mesmo dia meu irmão chegou e que pena, no ônibus do aeroporto para o metrô Tatuapé ele esqueceu uma bolsa com vários presentes que trazia. Que dó. Liguei várias vezes para o guichê da empresa mas, como na vez que perdi meu jogo também no ônibus, eles não dão a mínima atenção, dizem que não devolveram nada e fica por isso mesmo.
Não demonstram a mínima voltade de ajudar, de derepente ligar para o motorista, não fazem esforço nenhum para achar o que foi perdido.
Enfim. O importante é que ele chegou bem e esta bem. Isso é o importa.
Ganhei um palhacinho rosa de fuxicos da minha mãe, já comemos inhame com carne de sol assada (delícia!) e já me diverti um bocado com meus irmãos.
Isso é o que importa.
A noite fomos ao chá de casa nova da Flávia, que tá morando sozinha em seu mimo de apartamento e fomos lá bagunçar um pouquinho. Rimos muito, entre cervejas e vodka misturada com alguma coisa que não sei o que era mas sei que estava muito gostoso.
Foi tudo isso que aconteceu. Confesso que quando cheguei em casa estava exaurida, só o pó.
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