29 setembro, 2009
A loirinha carioca
Loirinha é a filha do Marcos. Minha enteadinha carioca.
O Zeca gruda nela pois ela o enche de carinhos.
E ontem ela se foi e deixou um doce recadinho para nós na lousinha. Fofa.
Foto da Semana: Quase!
Trecho
Essa pessoa não era eu.
Quando comecei a ser eu, senti que tinha mais a oferecer.
A vida era mais rica.
Estou tentando eliminar todo sentimento de culpa provocado por coisas sem nenhuma significação e que servem de obstáculo aquilo em que realmente acredito.
Mutações. Liv Ullmann
24 setembro, 2009
22 setembro, 2009
Post surpresa
O velho fica olhando para o Punk e o Punk olhando para o velho.
O Punk vai ficando invocado, até que então pergunta ao velho:
- O quê foi vovô? Nunca fez nada diferente quando era jovem.
O velho responde:
- Sim, eu fiz. Quando era jovem, fiz sexo com uma Arara, e estou aqui pensando: "Será que este FDP é meu filho?"
21 setembro, 2009
Barra pesada
Notícias tristes e problemas "de gente grande" pipocam de todos os lados.
Duro não poder ajudar pessoas tão queridas...ainda mais quando se tem uma tristeza tamanha por aqui também...
Falta muito para a terça-feira começar?
18 setembro, 2009
Ontem
- O bigode do homem era tão grande que parecia um guidão de bicicleta.
Há, há, há.
Todo ano a mesma ladainha
Pois é, sei que esse blog está ficando previsível mas...
Lá vamos nós: correria no trabalho, correria em casa, cabeça a mil, amigos querendo se encontrar para aquela cervejada de final de ano, família querendo se reunir para tirar o amigo secreto, chefe querendo um pré-relatório do resultado do ano, presentes para comprar, roupas...
Eu sei que tem gente que gosta, JURO que eu tento e não consigo ver a menor graça nisso.
Mas confesso que ano após ano me estresso menos. Dou menos importância para algumas coisas, me incluo fora de outras.
Nessas horas pensar nas tarefas do dia, e não na lista inteira, faz uma diferença danada.
Então é isso.
Apenas para não sair da tradição, ta aí minha ladainha de todos os anos sobre o “fim-de- ano”.
Falta muito para o dia 26 de Dezembro?
16 setembro, 2009
Ontem
- Por favor o Fulano de Tal está?
...
- Ele não está na sala no momento. Você liga mais tarde?
- Você pode por favor informar para ele que...
- A gente não anota recado.
- Não??!!
- Não.
- Tá ok, obrigada...
15 setembro, 2009
!!!
Já comprei seu presente de niver do ano que vem!! Não resisti!! É sua cara!! Você vai amarrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!
Só pra te deixar curiosa e para você saber o quanto te amo!!! Claro que presente é só presente, mas não saímos dando presentes a todos que conhecemos né?
É muito fofo! Vou pegar amanhã! Ela é linda! Não, não é uma filhote de labrador, pode ficar tranquila, e o Zeca também!
Bjs!
Alguém mais tem uma irmã assim?? Detalhe, meu aniversário é dia 03 de Abril!! Daqui a 7 meses!
Já à agradeci pois dessa forma ela irá me fazer trabalhar muiiito a minha ansiedade e controlar a minha curiosidade.
Com certeza no dia do meu niver serei uma pessoa muito mais centrada e ligada no "presente".
13 setembro, 2009
Nós duas



10 setembro, 2009
Trecho
Mutações. Liv Ullmann (+ um)
Onze expressões usadas pelas mulheres...
1 - "Certo": Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.
2 - "5 minutos": Se ela está se arrumando significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
3 - "Nada": Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".
4 - "Você que sabe": É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer... e não diga que também não sabe!
5 - Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que freqüentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre "Nada".
6 - "Tudo bem": Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
7 - "Obrigada": Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece").
8 - "Esquece": É uma mulher dizendo "FODA-SE !!!"
9 - "Deixa pra lá, EU resolvo": Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
10 - "Precisamos conversar!": Fodeu!!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
11 - "Sabe, eu estive pensando...": Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse...
Recebi da Ana por e-mail.
09 setembro, 2009
Chuva
Mesmo quem não mora aqui deve ter visto pela TV pois realmente foi um dia raro.
Fim da tarde, a hora de ir embora chegando e eu e as meninas começamos a ficar apreensivas. Lá fora muita chuva, notícias de alagamentos pipocando e a gente sem saber se ia com o ônibus fretado ou esperávamos para ir embora mais tarde e pegar o trânsito mais tranqüilo.
Ponderamos, ponderamos e chegamos a conclusão que seria menos mal ficarmos paradas no trânsito dentro do fretado (que pode mudar o trajeto e evitar ficar parado em lugares perigosos) do que ficar em ônibus públicos e correr o risco de ser assaltada e tal.
Saímos uns minutos mais cedo, passamos no mercado e nos munimos de salgadinhos, lanches, chocolates e sucos e saímos correndo para o Metrô.
Cheguei no ponto praticamente junto com meu ônibus. Sentei e pensei: nossa que horas será que vamos chegar em casa?
Comi um pouco, bebi meu suco e...agora é ter paciência.
Eis que olho pela janela e percebi que já estávamos no meio do caminho. Trânsito fluindo que era uma beleza.
Conclusão: cheguei no horário de sempre em casa.
Isso me fez pensar de como muitas vezes nos estressamos e preocupamos a toa. Toda aquela correria, adrenalina e preparação foi para nada. Desnecessária.
Já aconteceu de outras vezes um carro quebrado gerar um congestionamento enorme que nos faz chegar em casa muito mais tarde do que o normal.
Então o melhor e não querer controlar, adivinhar tudo.
Uma hora ou outra vamos ser surpreendidos, não tem jeito.
E quando isso acontecer o negócio é relaxar e até (tentar pelo o menos) se divertir com a situação.
08 setembro, 2009
Vai Passar - Monja Coen responde sobre a impermanência
P - Tudo na vida passa? Como podemos ter certeza disso?
MC - Respirando. A inspiração termina, a expiração termina.Olhando à volta. Ouvindo os sons. Percebendo nossos pensamentos. Nada é fixo. Nada é permanente.
P - Qual é a idéia de impermanência no budismo?
MC - Não é uma idéia. É uma realização. É a experiência da vida, da morte. Não há um eu fixo e permanente.
"Tudo que começa, termina." (de Xaquiamuni Buda)
"Tudo que termina, começa." (de Monja Coen)
P - Dor é diferente de sofrimento? Qual a diferença?
MC - Não saberia dizer se dor é diferente de sofrimento.São palavras que tentam apontar a um sentimento.Existe dor física, dor psicológica, espiritual.Existe sofrer dor Uma pontada de dor. Sofri com dor de dentes - alguma coisa simples assim.
P - Como podemos lidar com a angústia de que o que é "bom" passa e o que é "ruim" parece que nunca vai passar?
MC - Se apenas parece que nunca via passar, mas também passa. O bom passa, o ruim passa nossa percepção é que nos engana. Buda diz que a "mente humana deve ser mais temida do que cobras venenosas e assaltantes vingadores". Por isso nos sentamos em Zen, procuramos conhecer essa mente. Mas, quem procura conhecer a mente senão a própria mente? Este é o processo fascinante que nos é dado como espécie humana. Sendo o que somos podemos compreender o que somos, quem somos. Muitos, entretanto, passam a vida (e a morte) sem saber. Que pena.
P - Por que, por mais que a gente tenha experiências de dor, quando vem uma nova dor a sensação é de que ela não vai passar?
MC - Porque dói. E doer não é agradável. Então temos de nos lembrar de que é transitória a dor e podemos até mesmo apreciar essa desagradável experiência humana. Vida é assim. Muitas vezes a dor nos torna melhores, pois aprendemos não só a suportá-la, mas a curá-la ou transcendê-la. Na dor, seja a dor. E a deixe ir. Ainda é o seu ego, se exibindo "veja como sofro". Deixe ir, deixe passar e sorria para a vida.
P - Com o tempo, com o acúmulo de experiências de que a dor acaba passando, começamos a entender isso melhor?
MC - Não é preciso um acúmulo de experiências de sofrimento e dor pessoais. Buda dizia que os seres humanos podem ser comparados a quatro tipos de cavalos.
O primeiro cavalo, ao ver a sombra do chicote, galopa. Este seria o ser humano que ao ouvir sobre sofrimento e dor de seres desconhecidos, começa a apreciar sua vida.
O segundo cavalo, precisa ser chicoteado na pele para galopar. É a pessoa que precisa sentir a dor ou o sofrimento de alguém conhecido (mas não muito íntimo) para começar a apreciar sua vida.
O terceiro cavalo precisa ser chicoteado até cortar o pêlo e penetrar a carne. Alguém que só começa a apreciar a vida depois de perder ou sofrer muito com as dificuldades de alguém muito amado/a ou próxima/o.
O quarto cavalo só é capaz de galopar quando o chicote o fere até o osso. Essas pessoas só conseguem apreciar a existência quando percebem que ela está quase a se acabar.
Que tipo de cavalo é você? Que tipo de cavalo você pode se tornar?
P - Saber que tudo tem o seu tempo é uma questão de maturidade? Como?
MC - Somos o tempo. Fazemos acontecer. Somos a vida da Terra. Não é uma atitude passiva, a maturidade. Maturidade é adequação - fazer, pensar e agir de forma adequada e correta às circunstâncias. Uma criança é capaz de fazê-lo. Ás vezes uma pessoa idosa não consegue. Ser tempo. Existência tempo.
P - Também podemos dizer que tem a ver com aprender a viver o presente?
MC - É engraçado dizer que temos de aprender a viver o presente. Na verdade, tudo o que temos é o presente momento. Este instante que seus olhos batem nestas letras e elas mandam um impulso a seu cérebro, que compreende. Quantas coisas acontecem neste átimo de segundo. E dependendo de nossas opções no aqui e agora tudo pode ser diferente. Não é fascinante viver?
P - Como fazer para que a dor passe? Basta acolhê-la e aceitá-la?
MC - Na dor, somos a dor. Mas tomamos remédios, quer alopáticos quer homeopáticos. Cuidamos da dor. Dor é importante pois nos mostra onde está o problema, a doença, a dificuldade. Então podemos procurar o caminho da cura, da solução. Não é apenas viver sem dor. É vivenciar a dor e transformar cada instante em um instante de paz. Paz ciente. Ciência da paz.
P - Podemos dizer que a dor dura apenas o tempo que ela é necessária em nossa vida? Podemos confiar nisso?
MC - Novamente repito. Ser Zen não é ser passiva ao mundo. É atividade não violenta. Tudo que nos acontece faz parte da tapeçaria de nossa vida, mas podemos escolher as cores e os desenhos, pois somos as linhas, as tramas, as agulhas. Podemos confiar em nós e na própria vida.
P - Costumamos ficar também apegados à dor?
MC - Sim. Há pessoas que se apegam á dor, que se viciam em ser vítimas, em precisar de cuidados. Algumas se viciam em remédios. Outras em bebidas, fumo. Somos facilmente enganados por nós mesmos. Por isso precisamos meditar, nos observar e perceber com clareza.
P - Poderíamos dizer que, muitas vezes, ela demora mais a passar por causa disso?
MC - Sim.
P - Qual a importância para a vida e para a nossa evolução aprendermos a lidar com a perda e a dor?
MC - Para encontrarmos caminhos de não violência ativa - para isso é imporante aprendermos a lidar com a perda e a dor. Temos de sair do campo dos rancores, das raivas, das vinganças e entrar no campo das virtudes. Recentemente o Presidente Obama, no dia de sua posse falou sobre isso em seu discurso. Sofremos muito já no passado. Já houve muita dor, perda e tristezas. Agora estamos aqui. É hoje. O lugar de nosso despertar. Aqui e agora o momento da libertação. Não é o que todas queremos, ser livres? Liberdade é responsabilidade. Não apenas por si mesma, mas por tudo que existe. Somos a vida da Terra. Estamos interconectadas com tudo que existe. Cada uma de nós que se torna verdadeiramente livre e atuante no mundo para o bem de todos os seres fazcom que toda a humanidade sorria.Vamos cultivar sorrisos, certezas, alegrias, esperanças e manter a força do Touro, a determinação e o foco para juntas criarmos um mundo cada vez melhor. Cada obstáculo, dificuldade, perda é uma porta, uma entrada, uma possibilidade de mudança, um novo encontro. Avante. Caminhe. Não apenas contando as dores e perdas, mas lembrando das alegrias e ganhos. Agradeça, encontre os caminhos da transformação e mais do que tudo: Aprecie sua vida.
P - Que tipo de aprendizado podemos tirar dos momentos difíceis e dessa sensação de que eles são intermináveis?
MC -Acho que já respondi esta sua pergunta na anterior. Mas percebemos que quando fazemos o que gostamos o tempo parece acabar rapidinho. Quando a situação não é o que queremos parece demorar muito. Se tirarmos o eu quero e eu não quero da frente e apenas experimentarmos cada instante como único e irrepetível - pode ser bem fascinante. Sugestão da monja - zazen. Sentar-se em meditação silenciosa e observar o movimento da mente, o silêncio da mente e apreciar o instante, o agora.Todos falam muito sobre isso. Entrentanto, quando digo agora, o agora já se foi. Então, voltamos para o já. Se você tirar seus olhos desta revista e olhar para sua direita, a imagem desta página desaparecerá e seus olhos estarão percebendo algo diferente e novo. Percebe? Assim é com os sons, com os sentimentos, com sua pele, com todo seu ser. Aprenda a conhecer a si mesma, em intima profundidade e perceberá que os outros são seus semelhantes. Todos queremos ser amados, todos queremos ser incluidos, todos queremos ser felizes. Então cultive a felicidade, o amor, a inclusão e me diga se não é bom viver de bem com a vida. Fluindo com o fluir bom do bem.
Gassho
mãos em prece
Monja Coen
06 setembro, 2009
Googlando
Entrei no google várias vezes, vários sites, vários blogs, orkut e tudo mais. Joguei "come-come".
E sabe o que encontrei no final das contas? O myspace do Chico César. Escutei algumas músicas do último cd e...me apaixonei para variar.
E o motivo da minha felicidade agora é que vou comprar esse cd logo-logo.
Sim, minha felicidade é simples assim.
Deus me proteja de mim e da maldade de gente boa.
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde ilumine e zele assim
Caminho se conhece andando
Então vez em quando é bom se perder
Perdido fica perguntando
Vai só procurando
E acha sem saber
Perigo é se encontrar perdido
Deixar sem ter sido
Não olhar, não ver
Bom mesmo é ter sexto sentido
Sair distraído espalhar bem-querer
Deus me proteja - Chico César. Sempre ele.
04 setembro, 2009
Cantarolando
Com seu amor fatal
Está um ser que sabe quem sou
No tempo que é lugar
No espaço que é um passar
Espreita-nos o olhar criador
Chico César
03 setembro, 2009
Dose dupla
Dois - Tiê
Mais uma vez - Marisa Monte
02 setembro, 2009
Quando eu me amei de verdade...
- Tomei contato com a minha própria bondade.
- Comecei a valorizar o dom da vida com a maior gratidão.
- Pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.
- Então pude relaxar.
- Consegui moderar meu ritmo e minha pressa. E isso fez uma enorme diferença na minha vida.
- Comprei o colchão de penas que desejava havia anos.
- Aprendi a gostar de estar sozinha, rodeada pelo silêncio, usufruindo sua magia, prestando atenção ao meu espaço interior.
- Percebi que posso não ser uma pessoa especial, mas que sou única.
- Reformulei meu conceito de sucesso e a vida ficou mais simples. Ah! Quanto prazer isso me trouxe!
- Entendi que sou digna de conhecer Deus diretamente.
- Deixei de achar que a vida é dura.
- Pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.
- Deixei a menina levada dentro de mim pular do último trampolim da piscina.
- Aprendi a satisfazer meus desejos sem achar que era egoísmo.
- Partes minhas que eu ignorava desistiram de disputar minha atenção. Foi o início da paz interior. Comecei então a ver tudo mais claro.
- Comecei a perceber que os desejos do coração acabam se realizando e passei a ter mais calma e paciência, exceto quando esqueço disso.
- Desisti de ignorar ou suportar meu sofrimento.
- Comecei a perceber todos os meus sentimentos, sem analisá-los. Sentido-os de verdade.
- Quando faço isso acontece uma coisa incrível. Experimente você vai ver.
- Meu coração se encheu de tanta ternura que pode acolher tanto a alegria quanto a tristeza.
- Comecei a meditar diariamente e descobri que este é um ato de profundo amor por mim mesma.
- Passei a me sentir como um presente para o universo e comecei a colecionar lindos laços de fitas. Eles ficam pendurados na parede do meu quarto, para me lembrar.
- Sempre que fico ansiosa, zangada, inqueita ou mesmo triste, pergunto a mim mesma: "Quem, dentro de mim, está se sentindo assim? Se eu escutar com paciência, descubro quem é que precisa do meu amor.
- Deixei de precisar das coisas e das pessoas para me sentir segura.
- Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
- Comecei a entender a complexidade, o mistério e a vastidão da minha alma. Que tolice pensar que posso conhecer o sentido da vida de alguém.
- Desisti de projetar nos outros as minhas forças e fraquezas, e guardei-as comigo.
- Comecei a perceber uma presença divina dentro de mim e a ouvir sua orientação. Estou aprendendo a confiar e a viver de acordo com ela.
- Desisti de ficar exausta por me empenhar tanto.
- Comecei a sentir uma comunidade dentro de mim. Essa equipe interna, com múltiplos talentos e características próprias, é a minha força e o meu potencial. Fazemos reuniões de equipe.
- Parei de me culpar pelas escolhas que fiz e que me faziam sentir insegura. Passei a me responsabilizar por elas.
- Comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado - inclusive eu mesma.
- Passei a caminhar todos os dias, a usar a escada em vez do elevador e a escolher sempre o caminho mais bonito.
- Passei a ser a minha própria autoridade, ouvindo apenas a sabedoria do meu coração. E assim que Deus fala comigo. Isso é o que se chama de intuição.
- Comecei a sentir um grande alívio. Meu lado impulsivo aprendeu a esperar pelo momento certo. Então eu me tornei lúcida e corajosa.
- Passei a aceitar o inaceitável.
- Comecei a ver que meu ego é a parte da minha alma. Ao perceber isso, meu ego perdeu sua estridência e paranóia e pode me servir melhor.
- Passei a acordar muitas vezes no meio da noite ouvindo música dentro de mim.
- Comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e hábitos - qualquer coisa que me pusesse para baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
- Deixei o perfeccionismo de lado - esse carrasco da alegria.
- Consegui falar a verdade sobre os meus talentos e sobre minhas limitações.
- Deixei de atender o telefone quando não estava com vontade de conversar.
- Não fiquei tão preocupada em perdoar os outros.
- Consegui ter consciência, nos períodos de confusões, disputa ou desgostos, de que essas coisas também fazem parte de mim e merecem o meu amor.
- Permiti que meu coração se abrisse por inteiro e entendesse o sofrimento do mundo.
- Comecei a recolher o lixo na rua.
- Consegui perceber Deus dentro de mim e ver Deus dentro dos outros. Isso nos torna divinos! Você consegue fazer isso?
- Comecei a escrever sobre o quê eu vivia e o que eu pensava, porque compreendi que era meu direito e minha responsabilidade.
- Passei a saber qual era meu objetivo e a me afastar suavemente das distrações.
- Vi que tudo aquilo a que eu resistia persistia. Igual a uma criança pequena dando puxões na minha saia. Hoje, quando a resistência fica me puxando, eu olho prá ela e afasto-a gentilmente.
- Aprendi a interromper o que estava fazendo, mesmo que por um segundo, para acolher e confortar a parte de mim que está assustada.
- Aprendi a dizer não quando quero e a dizer sim quando quero.
- Procurei me manter neutra sem classificar as coisas de certas ou erradas. No início, chamei isso de indiferença; hoje percebo que a neutralidade nos faz ver tudo com mais clareza.
- Passei a encontrar prazer cada vez maior na solidão e a usurfruir a inexplicável e profunda satisfação que sua companhia traz.
- Pude perceber como a vida é divertida, como eu sou divertida e como os outros podem ser divertidos.
- Confessei serenamente minha coragem e meu medo, minha ingenuidade e minha sabedoria, e arranjei um lugarzinho para cada um em volta da minha mesa.
- Comecei a fazer massagem pelo o menos uma vez por mês.
- Percebi que nunca estou só.
- Deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!
- Parei de tentar impressionar meu irmão.
- Desisti de tentar me livrar das vozes críticas da minha cabeça. Hoje digo assim: "obrigada pela sua opinião", e elas se consideram ouvidas. Fim da discussão.
- Deixar a parte de mim que ainda sente falta do meu ex ficar triste, em vez de tentar fazê-la desistir de amá-lo.
- Comecei a comprar deliciosas tortas de chocolates para a adolescente que existe em mim que as adora. Mas só de vez em quando. Com baba-de-moça.
- Perdi o medo de dizer o que penso porque percebi como é bom fazer isso.
- Passei a derramar meus sentimentos nos meus diários. Esses parceiros adoráveis fala a minha língua. Não precisam de tradução.
- Parei de procurar "especialistas" e comecei a viver minha vida.
- Descobri as lições que a minha raiva me dá sobre responsabilidade, e a minha arrogância sobre humildade. Agora ouço as duas com muita atenção.
- Comecei a comer alimentos orgânicos (menos aquela deliciosa torta de chocolate. De vez em quando é claro).
- Consegui relaxar quando invadida por ondas de racionalidade e desespero.
- Fui capaz de me dar de presente um corte de cabelo num super cabeleireiro e sair felicíssima do salão.
- Desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes.
- Aprendi a chorar as dores da vida no momento em que elas acontecem, em vez de sobrecarregar meu coração arrastando-as por aí.
- Perdoei-me por todas às vezes em que me acusei e me critiquei.
- Senti uma grande paz dentro de mim. Foi bom. Muito bom.
- Comecei a ouvir a sabedoria do meu corpo. Ele fala claramente através do cansaço, das sensações, das antipatias e dos desejos.
- Deixei de ter medo do medo.
- Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
- Percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloca a serviço do meu coração ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Esse livro quem me emprestou foi a Cris, "Quando me amei de verdade", li numa tacada só.
Como é curtinho dessa vez não deixei um trecho, deixei o livro inteiro! O Marcos ditou a metade prá mim para eu ir digitando.
01 setembro, 2009
Setembro
Isso já tá virando tradição aqui no blog. Mas eu não resisto. Toda vez que inicia o mês de setembro essa música vem na minha cabeça.
"Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão onde a gente plantou juntos outra vez
Já sonhamos juntos semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar
Já choramos muito, muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer
Sol de primavera abre as janelas do meu peito
a lição sabemos de cor
só nos resta aprender..."
Beto Guedes (Sol de primavera)

Foto minha, um dia desses lá em casa.




