Terminei de ler o livro "O monge e o executivo", gostei bastante, é um bom livro para termos em casa para dar uma "olhadinha" de vez enquando, dar uma "relembrada". Tem muitas citações e exemplos do dia-a-dia que nos faz pensar e (querer) mudar.
Aí vai mais um trechinho, gostaria de postar muito mais, pena não ter tempo para digitar tudo. Então fica a dica para quem puder, ler por completo.
"A vontade são as escolhas que fazemos para alias nossas ações às nossas intenções. Estou querendo dizer que, ao final, todos temos que fazer escolhas a respeito do nosso comportamento e aceitar a responsabilidade por essas escolhas. Escolheremos ser pacientes ou impacientes? Bons ou maus? Ouvintes ativos ou meramente silenciosos, esperando a nossa hora de falar? Humildes ou arrogantes? Respeitadores ou rudes? Generosos ou egoístas? Capazes de perdoar ou apenas ressentidos? Honestos ou desonestos?
Algumas dessas escolhas incluem encarar de frente as tremendas responsabilidades que nos dispomos a assumir e alinhar nossas ações com as boas intenções. Mas muitas pessoas não querem assumir a responsabilidade adequada em suas vidas e preferem ignorar essa responsabilidade.
No início de minha carreira, trabalhei uns dois anos na psiquiatria de um hospital. Uma das coisas que eu logo descobri foi que as pessoas com problemas psicológicos sofrem muitas vezes do que eu chamaria de “doenças da responsabilidade”. Os neuróticos assumem responsabilidades demais e acreditam que tudo acontece por culpa deles. “Meu marido é um bêbado porque eu sou uma má esposa”, ou “meu filho fuma maconha porque falhei como pai”, ou “o tempo está ruim porque não rezei de manhã”. Pessoas com problemas de caráter por exemplo, por outro lado, geralmente assumem muito pouco a responsabilidade por seus atos. Elas acham que tudo o que sai errado é por culpa de outra pessoa. “Meu filho tem problemas na escola por causa dos maus professores”, ou “não posso progredir na empresa porque meu chefe não gosta de mim”, ou “ bebo porque meu pai bebia”. E ainda há os que ficam no meio, às vezes assumindo responsabilidades demais – os neuróticos -, às vezes de menos – os que têm problemas de caráter."
O monge e o executivo p.114, 115 e 122.
Agora vou começar ler o livro do Tim Maia, tô curiosa, parece ser bom também.
25 agosto, 2008
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