
Pois sim, sou uma chocólatra!
E acho que só me dei conta disso dias atrás.
Eu sempre gostei de chocolate, mas não sei se, só agora me toquei do quanto ou se agora eu estou gostando MAIS.
Mas o fato é que esses dias pensei: nossa! todo dia eu tenho que comer um chocolate após o almoço, isso não é normal!
E cada dia me incomodando mais com isso, mas não deixando de comer nenhum dia.
Por coincidência (ou não) essa semana eu “descobri” que faz 1 ano que uma das minhas irmãs parou de comer carne. Ela disse que no começo até sentia vontade quando sentia o cheiro da carne pronta mas hoje não mais.
Bom, juntei a indignação comigo mesma mais os papos que tive com algumas pessoas e me decidi. Eu tenho que maneirar.
Não, meu objetivo não é parar de vez é simplesmente comer moderadamente.
Fácil? Não, infelizmente não. Não pra quem, como eu já disse, TINHA (viu? verbo já no passado) que comer TODOS os dias um pedaço.
Bom, terça-feira passei no mercado na hora do almoço e comprei melão, maça, banana, iogurte e...chocolate.
Coloquei (quase) tudo na minha gaveta e me determinei: pra começar vou comer chocolate dia sim, dia não. Por enquanto essa é a minha meta.
E passei no primeiro dia, mesmo o chocolate estando há alguns palmos de distância.
Me enganei com um pedaço de melão, vigiei mais ainda para meu copo na mesa sempre estar com água, o excesso de serviço também ajudou. Até ofereci um pedaço para um colega, ele pegou, me devolveu e guardei de novo na gaveta
Ontem comi uma maça depois do almoço, depois 4 pedaçinhos de chocolate, escovei os dentes e só. .
Hoje é o dia SEM chocolate. Dureza.
Daqui a pouco vou comer uma fruta, e me enganar na parte da tarde com outras coisas.
Mas o bom é que isso meche com várias outras coisas, avalio minha determinação e força de vontade, sinto que estou me cuidando, fazendo o bem para mim...
Um dia li uma entrevista da Letícia Sabatella (quem eu admiro por demais em vários sentidos) que ela dizia que tinha parado de comer açúcar, algumas pessoas diziam pra ela, “como você consegue se privar de uma coisa tão boa, se escravizar por isso”, ela respondeu “pelo contrário, hoje me sinto livre por não precisar ou depender (da sensação) do açúcar, isso sim é libertador”.
Nunca tinha pensado por esse lado, por ser libertador, e vi que na verdade é.
Nada como sermos donos das nossas vontades e termos consciência delas.
Nós que temos que tomar cuidado em ver quais vontades nós estamos satisfazendo. Nem sempre satisfazê-las é o melhor para nós.
E acho que só me dei conta disso dias atrás.
Eu sempre gostei de chocolate, mas não sei se, só agora me toquei do quanto ou se agora eu estou gostando MAIS.
Mas o fato é que esses dias pensei: nossa! todo dia eu tenho que comer um chocolate após o almoço, isso não é normal!
E cada dia me incomodando mais com isso, mas não deixando de comer nenhum dia.
Por coincidência (ou não) essa semana eu “descobri” que faz 1 ano que uma das minhas irmãs parou de comer carne. Ela disse que no começo até sentia vontade quando sentia o cheiro da carne pronta mas hoje não mais.
Bom, juntei a indignação comigo mesma mais os papos que tive com algumas pessoas e me decidi. Eu tenho que maneirar.
Não, meu objetivo não é parar de vez é simplesmente comer moderadamente.
Fácil? Não, infelizmente não. Não pra quem, como eu já disse, TINHA (viu? verbo já no passado) que comer TODOS os dias um pedaço.
Bom, terça-feira passei no mercado na hora do almoço e comprei melão, maça, banana, iogurte e...chocolate.
Coloquei (quase) tudo na minha gaveta e me determinei: pra começar vou comer chocolate dia sim, dia não. Por enquanto essa é a minha meta.
E passei no primeiro dia, mesmo o chocolate estando há alguns palmos de distância.
Me enganei com um pedaço de melão, vigiei mais ainda para meu copo na mesa sempre estar com água, o excesso de serviço também ajudou. Até ofereci um pedaço para um colega, ele pegou, me devolveu e guardei de novo na gaveta
Ontem comi uma maça depois do almoço, depois 4 pedaçinhos de chocolate, escovei os dentes e só. .
Hoje é o dia SEM chocolate. Dureza.
Daqui a pouco vou comer uma fruta, e me enganar na parte da tarde com outras coisas.
Mas o bom é que isso meche com várias outras coisas, avalio minha determinação e força de vontade, sinto que estou me cuidando, fazendo o bem para mim...
Um dia li uma entrevista da Letícia Sabatella (quem eu admiro por demais em vários sentidos) que ela dizia que tinha parado de comer açúcar, algumas pessoas diziam pra ela, “como você consegue se privar de uma coisa tão boa, se escravizar por isso”, ela respondeu “pelo contrário, hoje me sinto livre por não precisar ou depender (da sensação) do açúcar, isso sim é libertador”.
Nunca tinha pensado por esse lado, por ser libertador, e vi que na verdade é.
Nada como sermos donos das nossas vontades e termos consciência delas.
Nós que temos que tomar cuidado em ver quais vontades nós estamos satisfazendo. Nem sempre satisfazê-las é o melhor para nós.
Lutemos!
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