20 outubro, 2008

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Sabadão, aquela tempo nhé, só eu e o Zeca em casa, muita roupa prá lavar, pouco varal para estender, mas no final sempre dou um jeito.

No meio da manhã minha irmã trouxe flores prá mim que ela tinha comprado na feira. Já alegrou meu dia.

Adoro flores dentro de casa. Sempre que dá compro, no mercado, no semáforo, e quando dá compro pra ela também. Troca de agrados que faz um bem danado pra gente.

Terminei a roupa, lavei a garagem, limpei a área, varri e passei pano no chão, limpei as vasilhas do Zeca, coloquei ração pra ele, tentei passar o remédio nele ele saiu correndo pisou no barro e sujou a área de novo. Coloquei ele pra fora, limpei de novo, dividi as flores em três vasos, o grande na cozinha, o médio na área e o pequeno no banheiro.
Acendi um incenso na varanda, coloquei essência de lavanda no aromatizador do quarto e finalmente me sentei no sofá pra comer uma besteira.

Acabei por achar um filme argentino A mesma chuva, o mesmo amor, que acabou por me prender a atenção. Nada assim espetacular mas é tão raro ver filmes que não sejam americanos na tv que acabei assistindo até o final.

O protagonista tinha hora que eu achava ele bonito, outra não. Lógico, ele fugia do "padrão" a que estamos acostumados, deve ser isso.
Pesquisei na internet e descobri que esse filme é do mesmo diretor de outro filme que vi o trailler e fiquei com vontade de assistir O clube da Lua, alias dizem que O filho da noiva, completa a trilogia (não-declarada) do diretor. Esse também eu quero assistir.
Adoro descobrir as coisas assim, adoro ver coisas diferentes, adoro o novo.

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